segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Solene Consagração dos Servidores do Altar - Região Episcopal Santana

Na Região Santana, o ato de devoção a São Tarcísio se iniciou por volta das 18h, na Paróquia da Santíssima Trindade. Sendo presidido pelo pároco desta paróquia, Pe. Ronaldo Menezes, e contando com a presença de cerca de 25 servidores do altar.
Fotos da referida celebração:





sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O Mártir é "uma pessoa extremamente livre", diz Papa

Pontífice pede o compromisso diário de crescer no amor a Deus


ROMA, quarta-feira, 11 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – O mártir é “uma pessoa extremamente livre” – afirma Bento XVI – pois a graça de Deus não suprime a liberdade, mas a enriquece.

O Papa falou sobre o martírio, “forma de amor total a Deus”, na audiência geral desta quarta-feira, realizada junto aos peregrinos reunidos em Castel Gandolfo.

“Onde se funda o martírio? – perguntou primeiramente o Papa –. A resposta é simples: sobre a morte de Jesus, sobre seu sacrifício supremo de amor, consumado na Cruz para que pudéssemos ter a vida”.

No martírio, opera “a lógica do grão de trigo, que morre para germinar e trazer a vida”. “O próprio Jesus é o “grão de trigo que veio de Deus, o grão divino, que se deixa cair na terra, que se deixa partir, quebrar na morte e, precisamente através disto, se abre e pode assim dar fruto na vastidão do mundo”.

“O mártir segue o Senhor até o fim, aceitando livremente morrer pela salvação do mundo, em uma prova suprema de fé e de amor”, disse o pontífice.

Segundo o Papa, a força para enfrentar o martírio nasce “da profunda e íntima união com Cristo”.

Isso porque “o martírio e a vocação ao martírio não são o resultado de um esforço humano, mas a resposta a uma iniciativa e a um chamado de Deus”.

O Papa comentou que, ao se ler a vida dos mártires, fica-se surpreso com “a serenidade e coragem no enfrentamento da morte: o poder de Deus manifesta-se plenamente na fraqueza, na pobreza de quem se confia a Ele e só n’Ele deposita a sua esperança”.

Bento XVI disse ainda que “é importante enfatizar que a graça de Deus não suprime ou sufoca a liberdade daqueles que enfrentam o martírio, mas, ao contrário, enriquece-a e reforça-a”.

O mártir “é uma pessoa extremamente livre, livre em relação ao poder, ao mundo, uma pessoa livre, que, num único ato definitivo, entrega a Deus toda a sua vida”. O martírio “é um grande ato de amor em resposta ao imenso amor de Deus”.

O Papa afirmou ainda: “provavelmente nós não somos chamados ao martírio, mas nenhum de nós está excluído do chamado divino à santidade, a viver em alta medida a vida cristã, e isso implica tomar a cada dia a sua cruz”.

Num tempo em que “o egoísmo e o individualismo parecem prevalecer, temos de assumir como primeiro e fundamental compromisso crescer a cada dia em um amor maior a Deus e aos irmãos, para transformar a nossa vida e assim transformar também o nosso mundo”, disse o pontífice.

Fonte: Site Zenit

Solene Consagração dos Servidores do Altar - Região Episcopal São João Batista

Na Região São João Batista, o ato de devoção a São Tarcísio se iniciou por volta das 18h30, na Paróquia de Santa Edwiges. Sendo presidido pelo diretor espiritual dos Servidores do Altar, Pe.Wiremberg Silva, que em sua homilia comparou Santa Clara a São Tarcisio e compartilhou com os cerca de 80 coroinhas presentes, um pouco de sua infância. A celebração contou com trechos em Latim, e adoração ao Santíssimo Sacramento após a comunhão. Esta terminou por volta das 20h30.
Fotos da referida celebração:







quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Festividade de São Tarcísio 2010 - Abertura

Servidores do Altar iniciam homenagens ao seu padroeiro.

Louvor, Pregação, Adoração ao Santíssimo Sacramento, marcaram a manhã do último dia 07 de agosto, na paróquia Nossa Senhora de Fátima, no bairro do Marco, quando ocorreu a abertura da IV Festividade de São Tarcisio, que esse ano tem como tema: "Beber na verdadeira fonte", o qual foi inspirado na Peregrinação Internacional dos Acólitos com o Papa, ocorrida em 04 de agosto último, em Roma.

O encontro iniciou com a cerimônia de abertura da festividade, dirigida pelo Coordenador Arquidiocesano dos Servidores do Altar, Mário Ribeiro. Na ocasião, foi pedido aos servidores do Altar presentes que participassem de todos os momentos que compõem a Festividade.

Após a proclamação do Evangelho, que relatava a parábola da samaritana, o Padre André Teles, vigário paroquial da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, no Jurunas, palestrou sobre o tema da Festividade e dentre várias coisas convocou os acólitos a "serem fiéis no serviço ao altar do Senhor".

A Adoração ao Santissimo foi conduzida pelo Diretor Espiritual Arquidiocesano dos Servidores do Altar, Pe. Wiremberg Silva. Foi o momento central do dia, quando o Cristo Jesus que ora já se fazia presente através de sua Palavra, de seu sacerdote e da Assembléia, se fez presente também através da Hóstia Consagrada, a Santíssima Eucaristia, sendo adorado por aqueles jovens adoradores, que a exemplo de seu padroeiro, São Tarcísio, querem doar as suas vidas pelo Senhor, fazendo de sua juventude um refúgio para o Cristo Eucarístico.

A Cerimônia encerrou com uma confraternização, com lanche e entrosamento entre os coroinhas, no térreo da Paróquia N. S. de Fátima.

Fotos do referido evento:






Palestra


Adoração







sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Bento XVI: Ter profunfo amor e grande veneração pela Eucaristia

Pontífice dedica audiência a São Tarcísio e o ministério dos acólitos

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 4 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – O exemplo de São Tarcísio, padroeiro dos acólitos e coroinhas, que deu a vida para proteger a hóstia consagrada, mostra o “profundo amor e a grande veneração que devemos ter pela Eucaristia”.

Foi o que afirmou Bento XVI na audiência geral desta quarta-feira, dedicada a falar sobre a vida deste santo dos primeiros séculos da Igreja, e a explicar a importância do trabalho daqueles que servem ao altar, num dia em que a Praça de São Pedro acolhia cerca de 53 mil jovens, na Peregrinação Europeia dos Acólitos.

O Papa recordou que São Tarcísio (século III), era um menino que “amava muito a Eucaristia e, por vários fatores, podemos concluir que, provavelmente, era um acólito”.

Em tempos de perseguição dos cristãos pelo imperador Valeriano, Tarcísio foi encarregado de levar a hóstia a “outros irmãos e irmãs que aguardavam”. Questionado pelo sacerdote por ser ainda um menino, ele respondeu: "minha juventude será o melhor refúgio para a Eucaristia".

Ao longo do caminho, Tarcísio foi interpelado por um grupo de rapazes, que tentaram tomar aquilo que ele carregava junto ao peito. Houve uma luta feroz, “sobretudo quando vieram a descobrir que Tarcísio era cristão”, explicou o Papa.

Os rapazes espancaram e atiraram pedras no jovem Tarcísio, mas ele não cedeu. Morreu para defender a Eucaristia, sendo sepultado nas Catacumbas de São Calisto.

Segundo Bento XVI, uma “bela tradição oral” conta que “junto do corpo de São Tarcísio não foi encontrado o Santíssimo Sacramento, nem nas mãos, nem entre as suas vestes. Explica-se que a partícula consagrada, defendida com a vida pelo pequeno mártir, tornara-se carne da sua carne, formando assim com o seu próprio corpo uma única hóstia imaculada ofertada a Deus”.

O Papa dirigiu-se então aos acólitos para enfatizar que a Eucaristia é “um bem precioso, um tesouro cujo valor não se pode medir, é o Pão da vida, é o próprio Jesus que se faz alimento, sustento e força para o nosso caminho de cada dia e estrada aberta para a vida eterna; é o maior dom que Jesus nos deixou”.

O pontífice pediu que os auxiliares do altar “sirvam com generosidade a Jesus presente na Eucaristia”.

Segundo o Papa, esta é “uma tarefa importante, que lhes permite estar particularmente próximos do Senhor e crescer na amizade verdadeira e profunda com Ele”. “Guardem com zelo esta amizade em seus corações, como São Tarcísio”.

“Anunciem também aos seus amigos o dom desta amizade, com alegria, entusiasmo, sem medo, a fim de que eles possam sentir que vocês conhecem este mistério, que ele é verdadeiro e amado!”

“Toda vez que vocês se aproximam do altar, têm a sorte de auxiliar o grande gesto de amor de Deus, que continua a querer se doar a cada um de nós, a estar perto, a ajudar, a dar forças para viver bem.”

Segundo o Papa, os acólitos têm a sorte de viver próximos do “indizível mistério” em que “aquele pequeno pedaço de pão”, com a consagração, “torna-se Corpo de Cristo”, e “o vinho torna-se Sangue de Cristo”.

Bento XVI pediu “amor, devoção e fidelidade” no desempenho da tarefa do acolitado. Insistiu em que não se deve participar da celebração “com superficialidade”, mas com um cuidadoso preparo interior.

Os acólitos colaboram para que Jesus “possa estar mais presente no mundo, na vida de cada dia, na Igreja e em cada lugar”.

“Queridos amigos! Vocês emprestam para Jesus as suas mãos, o seu pensamento, o seu tempo. Ele não deixará de recompensá-los, dando-lhes a alegria verdadeira e a felicidade mais plena”, disse o Papa.




Praça de São Pedro tomada de Pessoas


A Multidão na Praça

Sua Santidade chegando à Praça para saudar os coroinhas

Sua Santidade fazendo a catequese, que neste dia foi dedicada a São Tarcísio


*Fonte da Reportagem: Site Zenit
*Fonte das fotos: Serviço Fotográfico do Vaticano
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