sábado, 18 de dezembro de 2010

ARQUIDIOCESE DE BELÉM
CONSELHO ARQUIDIOCESANO DOS SERVIDORES DO ALTAR

Tomaram posse no ultimo dia 11 de dezembro de 2010, às dez horas, no Auditório do Centro de Pastoral da Capela Nossa Senhora de Lourdes, durante a II Reunião Geral dos Coordenadores e Representantes dos Grupos Paroquiais de Servidores do Altar de 2010, os novos membros da Coordenação dos Servidores do Altar da Região Episcopal São Vicente de Paulo, Região Episcopal Santa Maria Goretti e Região Episcopal São João Batista, que foram eleitos em suas respectivas reuniões realizadas no mês de novembro passado.
As novas Coordenações das Regiôes Episcopais ficaram assim constituída: 

Região Episcopal São Vicente de Paulo

Coordenador: Wendel Leal Trindade (Paróquia Santo Inácio de Loyola)
Vice-coordenador: Antônio Romário C. da Silva (Paróquia Transfiguração do Senhor)
Secretário: Rodrigo Moura de Oliveira (Paróquia São Vicente de Paulo) 

Região Episcopal Santa Maria Goretti

Coordenador: Marcio Avelino silva Miranda (Paróquia Santa Maria Goretti) 
Vice-Coordenador: Iago de Vasconcelos Rodrigues (Paróquia N. Senhora de Fátima) 
Secretário: Diego Marco de Carvalho Costa (Paróquia São Pedro e São Paulo)

Região Episcopal São João Batista

Coordenador: Rhuan Felipe C. Fernandes (Paróquia Nossa Senhora do Bom Remédio) 
Vice-Coordenador: Raimundo Lima Junior (Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz) 
Secretário: Maria de Nazaré Oliveira (Paróquia Santo Antônio de Pádua)

Os novos membros da coordenação exercerão este oficio por dois (02) anos ou até deliberação ulterior do Conselho Arquidiocesano.
A Coordenação Arquidiocesana deseja a todos um profícuo trabalho pastoral em prol dos Servidores do Altar nas suas respectivas Regiões Episcopais.

Nomeada a nova Vice-Coordenadora Arquidiocesana


"Bendito o que vem em nome do Senhor!"

O Conselho Arquidiocesano dos Servidores do Altar da Arquidiocese de Belém torna publico a nomeação feita no ultimo dia 04 de dezembro de 2010 da conselheira Gabriela Silva da Silva para o oficio de III Vice-Coordenadora Arquidiocesana.  A Conselheira Gabriela exerceu durante os últimos 02 anos o ofício de Coordenadora dos Servidores do Altar da Região Episcopal São Vicente de Paulo, e agora foi escolhida para essa nova função. Desejamos a ela um ótimo trabalho pastoral junto a Coordenação Arquidiocesana. Seja bem-vinda!

Gabriela Silva da Silva
III Vice-Coordenadora Arquidiocesana

O Conselho Arquidiocesano dos Servidores do Altar vem também externar sua gratidão e admiração pelo trabalho que o II Vice-Coordenador Arquidiocesano Rhuan Felipe Fernandes exerceu durante os dois anos que desempenhou este oficio. A ele nossos sinceros protestos de agradecimentos e votos de profícuo sucesso em sua vida pessoal e espiritual.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Última Pregação do Advento do Frei Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap.


Frei Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap.
Pregando durante a sexta-feira santa no Vaticano
Sua Santidade o Papa Bento XVI participou da terceira e última Pregação do Tempo do Advento na Capela Redemptoris Mater, no Vaticano, durante a manhã desta sexta-feira, 17. Na qual o pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap., abordou o mistério do Natal, que "pode ser ocasião privilegiada para dar um salto de fé. Essa é a suprema 'Teofania' de Deus, a mais alta 'manifestação do Sagrado'". O pregador capuchinho afirmou ainda que o secularismo aos poucos estar tirando do Natal o caráter de 'mistério tremendo' - que conduz ao santo temor e à adoração - e conduzindo apenas ao aspecto de 'mistério fascinante', que ressalta somente celebrações familiares, de renas e Papai Noel. 

Um auxílio para viver o verdadeiro sentido desta festa é encontrar espaços de silêncio: "A Mãe de Deus é o modelo insuperável deste silêncio natalício. [...] O silêncio de Maria no Natal é mais que um simples silenciar; é maravilha, é adoração; é um 'religioso silêncio', um estar estupefato pela realidade". 

O pregador da Casa Pontifícia salientou que vive verdadeiramente o Natal quem é capaz de fazer hoje, "à distância de séculos, aquilo que teria feito se estivesse presente naquele dia. Quem faz aquilo que ensinou a fazer Maria: ajoelhar-se, adorar e silenciar!". 

Racionalismo 

Frei Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap., centrou suas reflexões na resposta cristã ao racionalismo, fazendo uso de amplos trechos de discursos e outras intervenções do recém-beatificado Cardeal John Newman. 

De acordo com o Cardeal inglês, o racionalismo pode ser entendido como a utilização de máximas e conceitos mundanos, sem levar em consideração ou respeitar a lógica própria do campo religioso, propondo a razão como juiz último em assuntos de todas as áreas. 

É de se esperar que a contestação recíproca entre fé e razão continue no futuro, na opinião de Cantalamessa. "É inevitável que toda a época refaça o caminho por conta própria, mas nem os racionalistas converterão com os seus argumentos aos crentes, nem os crentes aos racionalistas. É necessário encontrar uma via para romper esse círculo e libertar a fé dessa estreiteza", propõe. 

Em todas as suas intervenções, o Beato Newman colocou em destaque um mesmo alerta: não se pode combater o racionalismo com um outro racionalismo, mesmo que de sentido contrário.

Fonte: Canção Nova

Um Pouco da História de Nossa Arquidiocese - Catedral Metropolitana II

Continuando nossas considerações acerca da Catedral Metropolitana de nossa Arquidiocese, tratemos de alguns aspectos relacionados a sua construção, bem como os diversos momentos pelo qual este belo e mui significativo templo passou.

Destaquemos certos pontos: Quando da chegada dos portugueses a Belém, em 1616, construiu-se uma capela em taipa e palha no Forte do Castelo, na época conhecido como Forte do Presépio, ela "erecta à Nossa Senhora das Graça, e foi portanto esta a primeira casa de Deus no Pará"[1]. Entre 1617 e 1618, o vigário Manoel Figuera de Mendonça transferiu a então Igreja para a área externa, dando início à construção de alvenaria, no coração do centro histórico de Belém.

Fig. 1 - Altar do SS. Sacramento
Com a elevação de Belém a Sede Episcopal no ano de 1719 pelo Papa Clemente XI através da bula Copiosus in Misericordia, elevou-se a até então matriz de Nossa Senhora da Graça a Catedral do Bispado, cabe destacar que desde o ano de 1714 as funções paroquiais desta tinham sido removidas para Igreja de São João Batista, já que a igreja matriz ameaçava ruir. Sentiu-se a necessidade da reconstrução da antiga matriz, mas de um modo que enaltecesse e representasse a dignidade de Catedral, deste modo “Principiou a obra da Catedral em 1748 e acabou em 1771, em cujo espaço esteve parada por cinco anos. Deste a frontaria até o cruzeiro durou a construção sete anos, as torres e as partes da capela-mor seis anos, e o resto da mesma capela cinco, e por conseqüência foi dezoito anos o tempo efetivo da construção desta igreja. O retábulo do altar-mor é obra de talha aperolada com florões, vasos, grinaldas espirais de colunas torcidas [...] os retábulos dos altares do Sacramento [ver fig. 1] e de Nossa Senhora de Belém, são igualmente de entulho com a mesma cor do altar-mor com os adornos todos dourados. O retábulo do altar-mor [ver fig. 2] tem no alto um grande painel de Nossa Senhora da Graça, obra do ínclito engenho de Pedro Alexandrino de Carvalho, os dez altares da nave também tem painéis que foram colocados no início do ano de 1779. E na Sacristia do bispo há uma capela, cujo teto é de sarapunel ricamente trabalhado”.[2] A benção da catedral deu-se em 23 de Dezembro de 1755, isto é, antes do término total das obras. Na ocasião "relata Ernesto Cruz, que concluída estava a igreja até o arco da capela-mor, mas que, apesar disso, no dia seguinte foi 'trasladado da Igreja de São João para a da Sé, o Santíssimo Sacramento".[3]


Fig. 2 - Retábulo do Altar-Mor
A descrição no parágrafo acima é da decoração anterior a que temos hoje no interior de nossa catedral, cujo estilo atualmente é neoclássico e que anteriormente era barroco. Entre meados e final do séc. XIX, no pastoreio de Dom Antônio de Macêdo Costa, a catedral passou por uma ampla reforma, "iniciadas em 1884, com a ereção do novo altar-mor de mármore, só ficaram completas em maio de 1892."[4]. Cuja reforma modificou profundamente seu interior deixando-o como o conhecemos hoje, destacando-se nesta o altar-mor que foi confeccionado em Roma por Luca Carimini, sendo o Papa Pio IX e o Imperador D. Pedro II colaboradores na compra do referido altar. A pintura interna do Templo e 3 telas dos altares laterais foram trabalhadas por De Angelis. As demais telas são cópias de pintores renascentistas, destaca-se ainda a aquisição de um grande órgão da oficina Cavaillé-Coll inaugurado em 9 de Setembro de 1882.

Podemos afirmar que a Catedral de Belém foi terminada na gestão de D. Vicente Joaquim Zico (1996). Com efeito, foi criado o Ossuário, a Capela das Almas, terminada a Sacristia dos Cônegos, criada a Residência Paroquial.

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Notas


[1]PINTO, Antônio Rodrigues de Almeida. O Bispado do Pará. In.: Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará. Belém, tomo 5, pp. 5-191, 1906.
[2] BAENA, Antônio Ladislau. Compêndio das Eras da Província do Pará, p.281
[3]ROCHA, Hugo de Oliveira. A Catedral de Belém: Resuo Histórico e momento atual. Belém: Editora Falangola, 1992, p. 22.
[4]LUSTOSA, Dom Antonio de Almeida. Dom Macedo Costa (Bispo do Pará). Belém: SECULT, 1992, p. 538.


Imagens


Fig. 1 - In: Amazónia Felsínea: António José Landi: itinerário artístico e científico de um arquitecto bolonhês na Amazónia do século XVIII. Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1999. p. 239
Fig. 2 - In: FERREIRA, Alexandre Rodrigues. Viagem filosófica às capitanias do Grão-Pará, Rio Negro, Mato Grosso e Cuiabá. Desenhos originais coligidos pelo Prof. Dr. Edgard de Cerqueira Falcão. São Paulo: Gráficos Brunner, 1970. Retábulo da capela-mor da Igreja da cidade de Belém do Pará, estampa n. 6

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Aconteceu na Arquidiocese de Belém – Criação de Paróquia

No dia 24 de outubro de 2010, foi realizada a Solene Missa de Ereção e Posse de seu primeiro Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe (2º Paróquia criada por Dom Alberto Taveira na Arquidiocese de Belém), localizada na Cidade Nova II, pertencente à Região Episcopal São Vicente de Paulo, a nova paróquia foi desmembrada da Paróquia Santa Rita de Cássia. A Santa Missa foi presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Alberto Taveira, e contou com a presença de inúmeros sacerdotes, diáconos e do Revendo Padre José Maria (vulgo Pe. Zezinho) Pároco da Paróquia Santa Rita de Cássia, e também pároco nomeado o Reverendo Padre Santiago. Também se fizeram presente às comunidades Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora de Nazaré e São Juan Diego, que agora pertencem à área paroquial da nova paróquia.

Algumas fotos da celebração:


 - Profissão de fé do Novo Pároco - 


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