- Dia: 30/01/2011 (Domingo)
- Horário: 19 horas
- Local: Comunidade São José - Rua Domingos Marreiros, nº 104 entre Av. Visconde de Souza Franco (Doca) e Av. Almirante Wandenkolk.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Convite - Criação de nova Paróquia e Posse do 1º Pároco
Convidamos a todos, em particular os servidores do Altar, para a Missa Solene na qual ocorrerá a Cerimônia de Ereção Canônica da Paróquia São José (Doca) e Posse de seu primeiro Pároco - Pe. Wiremberg José.
Pe. Berg, comumente como é conhecido por todos, há mais de 02 anos exerce na Arquidiocese de Belém a função de Diretor Espiritual dos Servidores do Altar. A Missa será presidida por Dom Alberto Taveira, nosso Arcebispo Metropolitano e ocorrerá:
Contamos com a presença de todos os servidores do Altar nesse momento tão importante para a Igreja de Belém e para o nosso Diretor Espiritual Arquidiocesano!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Guarda Suíça Pontifícia Celebra seus 505 anos de fundação
No sábado passado (22 de janeiro), a Guarda Suíça Pontifícia completou seus 505 anos de fundação.
Figuras emblemáticas para todos que passam pelos portões do Vaticano, vendo-os impecáveis em seus uniformes coloridos, os guardas suíços tornaram-se um dos símbolos desse Estado.
Era 22 de janeiro de 1506 quando os primeiros 150 soldados suíços chegaram a Roma, chamados pelo Papa Julio II, por terem larga reputação de guerreiros destemidos. Nesse ano, foi fundada a Guarda Suíça.
Outra data que passou para a história desse Corpo Pontifício, sendo relembrada como heróica e trágica, foi 6 de maio de 1527, quando as tropas protestantes de Carlos V, imperador da Alemanha e rei de Aragão e Castela, invadiram e saquearam Roma. Os 12 mil homens do imperador levaram a luta às portas da residência papal, mas os 147 homens do Papa resistiram por horas e conseguiram levar Clemente VII e os cardeais ao Castelo Santo Ângelo, colocando-os a salvo. Fizeram isso escoltando-os através do “passetto di Borgo”, que são grandes muros, com uma passagem protegida entre eles, que ligam o Vaticano ao Castelo. Relembrando esse episódio, os novos guardas suíços prestam juramento de fidelidade ao Pontífice, todos os anos, em 6 de maio.
A Guarda Suíça é o menor e mais antigo exército do mundo e foi celebrado, no sábado, com uma missa, na Igreja de Santa Maria em Campo Santo, e com uma parada, na Praça São Pedro, ornada com bandeira, banda de música e alabardeiros.
- Liturgia da Palavra -
- Ofertório -
- Comunhão -
- Parada na Praça São Pedro -
- Cerimônia Solene após a Santa Missa -
- Em destaque de vermelho o Alabardeiro -
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Fotos: L'Osservatores Romano
Texto: Radio Vaticana
O Departamento das Celebrações do Sumo Pontífice - Parte I
Iniciamos hoje uma série de matérias em 6 capítulos, que irá ser postado duas vezes por semana, nas segundas-feiras e quartas-feiras durante três semanas, sobre os Mestres de Cerimônias do Sumo Pontífice; seu surgimento na hierarquia da Igreja e suas funções na Cúria Romana; os grandes Mestres de cerimônias; e o corpo de cerimoniários do Sumo Pontífice e a sua atual estrutura.
O Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice é o órgão responsável pela preparação das celebrações litúrgicas e outras celebrações sagradas conforme prescreve a Contituição Apostólica Pastor Bonus que fala sobre o Departamento das Celebrações Litúrgicas no seguinte artigo:
Art. 182.
§ 1. Compete a este Departamento preparar tudo quanto é necessário para as celebrações litúrgicas e outras sagradas celebrações, que são realizadas pelo Sumo Pontífice ou em seu nome, e dirigi-las segundo as vigentes prescrições do direito litúrgico.
§ 2. O Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias é nomeado pelo Sumo Pontífice por cinco anos; os cerimoniários pontifícios, que o coadjuvam nas sagradas celebrações, são igualmente nomeados pelo Secretário de Estado pelo mesmo período.
Segundo um artigo publicado por Dom Piero Marini intitulado “O Magistri Cæremoniarum”, a figura do Magister (ou Antistes ou Praefectus) Cæremoniarum Apostolicarum é atestada com segurança desde o ano 710, com o surgimento em Roma de um coordenador perito em matéria litúrgica, que tinha a responsabilidade de liderar e ensinar os vários ritos litúrgicos aos novos sacerdotes. Séculos mais tarde, a figura do Magistri Cæremoniarum cresceu em importância e fama, e os papas começaram a também regular do ponto de vista legal as suas respectivas atividades, pois antes não existia um Cæremoniarum próprio nomeado por direito e sim, uma pessoa que era chamada para exercer aquela função ad hoc, visto que antes do Concilio Vaticano II o Santo Padre presidia somente duas missas publicas ao ano. Já com a regulamentação desta função, o Cerimoniário do Papa passa a ser nomeado pelo próprio Pontífice (como veremos na próxima matéria), e surge então, a Prefeitura de Cerimônias.
Em 1967 teve inicio a reforma da Corte Papal ou Cúria Romana, e alguns anos depois com a reforma litúrgica (1970), feita pelo Papa Paulo VI que na ocasião revisou todo o regulamento da Prefeitura de Cerimônias, sendo aprovado um novo regulamento dando mais importância ao Gabinete de Cerimônias do Sumo Pontífice, que passa a ser chamada de: Oficio das Cerimônias Pontifícias, tendo como presidente o Mestre de Cerimônias do Sumo Pontífice e assistido pelos Cerimoniários Pontifícios.
O artigo “O Magistri Cæremoniarum”, publicado por Dom Piero Marine, fala do crescimento significativo das celebrações litúrgicas presididas pelo Papa e a importância do Mestre de Cerimônias que passa a ter um papel fundamental na reforma liturgia pós conciliar.
Após a reforma do Concílio Vaticano II, o Instituto de cerimônias do Papa passa a ter uma importância maior no campo da pastoral litúrgica, pois a celebração presidida pelo Papa cresceu de modo significativo em números de celebrações e houve inúmeras mudanças no rito, portanto as Cerimônias do Papa passaram a ser uma referência para a implementação da reforma litúrgica de acordo com as normas do Concílio.
Já em 1988, o Venerável João Paulo II, através da já citada Constituição Apostólica Pastor Bonus, fez uma grande reforma em todo o Oficio das Cerimônias Pontifícias, onde o então Gabinete tornou-se um Departamento Oficial da Cúria Romana, por direito próprio, tendo a sua autonomia, incluindo legislação e competências próprias, passando a se chamar como conhecemos hoje de: Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.
A atual estrutura hierárquica do Departamento das Celebrações Litúrgicas dos Sumo Pontífice, constitui-se na seguinte ordem:
- O Mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice
- Os Cerimoniários Pontifícios
- Os Oficiais do Escritório (Funcionários)
- Os Oficiais da Sacristia Apostólica
- Os Consultores
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Elaboração: Cassio Pessoa
Revisão: Mário Ribeiro
Fontes da pesquisa: Cattolici Romani; Site oficial da Santa Sé; Artigo de Dom Piero Marini “O Magistri Cæremoniarum” e Constituição Apostólica Pastor Bonus
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Apresentação dos dois cordeiros cuja lã servirá para confeccionar os Pálios Sagrados
A Igreja celebra nesta sexta-feira a memória litúrgica de Santa Inês. Como em todos os anos nessa data, realizou-se esta manhã o tradicional rito de apresentação ao Papa de dois cordeiros, abençoados precedentemente na Basílica situada na Rua Merulana, dedicada à virgem e mártir romana. A breve cerimônia realizou-se, como de costume, na Capela dedicada a Urbano VIII, na residência apostólica.
Os cordeiros foram lavados e preparados pelas irmãs da Sagrada Família de Nazaré. A lã extraída dos cordeiros servirá para confeccionar os pálios sagrados – as insígnias honoríficas que serão entregues pelo Pontífice aos novos arcebispos metropolitanos no dia 29 de junho próximo, solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo. Há quase 130 anos as referidas irmãs confeccionam os Pálios Sagrados.
O pálio é uma faixa de lã branca com seis cruzes pretas de seda aplicadas: é uma insígnia de honra e de jurisdição, símbolo do laço particular que une os arcebispos metropolitanos ao Sucessor de Pedro. Trata-se de uma tradição que tem suas raízes no martírio de Santa Inês, adolescente romana, martirizada durante a perseguição de Décio ou de Diocleciano, entre os Sécs. III e IV, por ter testemunhado Cristo num período em que muitos fiéis renegavam a fé para salvar a própria vida.
Inês, com apenas doze anos, não renegou Jesus e, por isso, teve a garganta cortada com uma espada – modo como se matavam os cordeiros. Por isso, na iconografia Santa Inês é sempre representada com um cordeiro, símbolo de Cristo crucificado para a salvação da humanidade.
Na liturgia de hoje somos recordados de que Deus escolhe "os pequenos e humildes para confundir os grandes", convidando-nos a rezar por intercessão de Santa Inês a fim de que possamos "imitar a sua heróica constância na fé".
Fonte: L'Osservatore Romano e Radio Vaticana
Paróquia São Francisco das Ilhas - Cotijuba, faz crescer a evangelização nas Ilhas de Belém
Com tempo bom são quarenta minutos de barco até lá. Ou quase 25 km de distância saindo de Belém. É a ilha de Cotijuba, distrito de Outeiro, uma das 38 ilhas que justificam o título "Belém, cidade das águas". Logo na chegada os visitantes são lembrados da história que marcava a ilha. As ruínas do "Educandário Nogueira de Faria" recordam os estigmas de ilha presídio, para onde eram enviados menores infratores e presos políticos. Agora é diferente e será mais ainda, especialmente após o domingo (16), dia em que todos foram convidados a entender que "onde se acha o Espírito do Senhor aí existe a liberdade" (2Cor 3,17). A data foi marcada pela criação e instalação da mais uma Paróquia da Arquidiocese de Belém, a Paróquia de São Francisco das Ilhas.
| Chegada de Dom Alberto |
| As ruínas do "Educandário Nogueira de Faria" |
Para o Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa, a nova paróquia traz maior abrangência para a evangelização. "A Paróquia São Francisco de Assis das Ilhas é resultado da sensibilidade pastoral, especialmente do padre Jonas e do Padre Luiz que estavam responsáveis por todas as ilhas, e eles mostraram a Arquidiocese, a região pastoral São João Batista e ao Arcebispo a necessidade vinda da dimensão missionária que eles vivem com muita intensidade de que aqui se criasse mais uma paróquia". O Arcebispo explica ainda que a intenção é ser presença em todas as ilhas. "Depois de eu ter visitado todas as 38 ilhas da Arquidiocese para conhecer a realidade, o povo, a situação pastoral, hoje nós temos essa alegria de instalar a nova paróquia. Teremos então duas paróquias para as ilhas com quatro sacerdotes totalmente dedicados a ação pastoral nessas duas paróquias e em cada uma das ilhas. Se Deus quiser será possível na nossa Arquidiocese que todas as ilhas tenham um atendimento praticamente todos os meses. Eu desejo que essa Paróquia de São Francisco das Ilhas realize a sua missão de ser casa de Deus".
ACOLHIDA
A celebração solene de criação e instalação da paróquia e de posse do novo pároco, padre José Reinaldo Ferreira, e do novo vigário paroquial, padre José Edmundo Santiago, reuniu fiéis não apenas de Cotijuba, onde fica a Igreja Matriz, mas de todas as comunidades que farão parte da nova Paróquia. Pessoas como a paroquiana Graça da Silva (54), da Comunidade de Santa Luzia, a dona de casa, levava um cartaz agradecendo pela chegada dos novos padres e pela presença de Dom Alberto Taveira Corrêa. "A nova Paróquia vai trazer muitos benefícios porque tudo aqui é difícil, agora sendo Paróquia as outras comunidades terão mais apoio. Isso vai nos unir cada vez mais, com nossos padres aqui eles falarão por nós", revela.
Durante a homilia o Arcebispo de Belém lembrou que o sonho de ser Paróquia começou nos moradores. "A Paróquia é a casa de Deus em um determinado lugar, é construída com muitas mãos, com muitos corações, é feita de sonhos e o desejo de uma presença mais estável da Igreja, que há muito tempo existe no coração dos moradores das ilhas, foi o primeiro material que Deus usou na construção da Paróquia". Dom Alberto fez questão de enfatizar que a Paróquia é feita essencialmente de pessoas. "Todos que estamos aqui somos pedras vivas na construção da Igreja, que junto com os padres, farão a vida paroquial. Os padres vão formar a Paróquia em três direções, para ser comunidade de fé, de oração e de amor. Vocês têm que chegar aqui e descobrir nessa paróquia pessoas que encontrem o Evangelho e se convertam. A Paróquia tem que fazer as pessoas irem atraz de Jesus".
E se depender da comunidade a missão está aceita. "Para nós ser Paróquia é um sonho que está se tornando realidade, foram muitos anos de trabalho, de luta, começamos com pequenos passos. No que depender do povo católico nós estamos empenhados, já sentamos, já conversamos, os padres terão todo o nosso apoio, dentro das nossas possibilidades, das nossas condições, não vai faltar apoio", garante Maria Iracema Carvalho, paroquiana que a quinze anos atua na comunidade.
Fonte: Voz de Nazaré
Fotos: Arquivo pessoal
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