terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Calendário das celebrações Litúrgicas presididas pelo Santo Padre Bento XVI
A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou ontem, segunda-feira, o calendário de celebrações litúrgicas que o Papa Bento XVI presidirá entre fevereiro e abril deste ano, entre as quais se encontram as celebrações da Quaresma e da Semana Santa.
No dia 2 de fevereiro, quarta-feira, o Papa presidirá às Vésperas com os membros de institutos de vida consagrada e de sociedades de vida apostólica por ocasião do Dia da Vida Consagrada na Festa da Apresentação do Senhor.
Já no dia 5 de fevereiro, Bento XVI presidirá às 10h, (hora de Roma) na Basílica de São Pedro a celebração Eucarística e o rito da ordenação episcopal.
Na segunda-feira, 21 de fevereiro na Sala do Consistório às 12h preside o Consistório para a aprovação de alguns decretos de canonização.
No dia 9 de março, Quarta-feira de Cinza, o Papa presidirá às 16h30, a tradicional procissão penitencial da Basílica de São Anselmo até a Basílica de Santa Sabina onde celebrará a Santa Missa, com a imposição das cinzas.
No domingo dia 13 de março, às 18h, presidirá na Capela Redemptoris Mater o início dos exercícios espirituais para a Cúria Romana. No sábado, 19 de março na mesma capela concluem-se os exercícios.
No domingo 20 de março às 9h presidirá a Santa Missa e o rito de dedicação da nova Paróquia romana de San Corbiniano all'Infernetto.
No dia 17 de abril, às 09h30, Domingo de Ramos, presidirá a bênção das Palmas, a procissão e a Santa Missa na Praça de São Pedro.
No dia 21 de abril, Quinta-feira Santa, na Basílica de São Pedro às 9h30 o Papa preside da Santa Missa do crisma, às 17h30, na Basílica de São João de Latrão presidirá a Missa “in caena Domini”, no início do Santo Tríduo Pascal
Na sexta-feira 22 de abril, Sexta-feira Santa, presidirá na Basílica de São Pedro a Celebração da Paixão do Senhor às 17h, e às 21:15, a Via Crucis no Coliseu de Roma.
No sábado 23 de abril, Sábado Santo, presidirá às 21h a Vigília Pascal na Noite Santa.
No domingo 24 de abril, Domingo da Ressurreição, na Praça de São Pedro às 10h15 presidirá a Santa Missa e às 12h a Bênção "Urbi et Orbi" (para a cidade e o mundo).
Fonte: Radio Vaticano
Convite - Criação de nova Paróquia e Posse do 1º Pároco
Convidamos a todos, em particular os servidores do Altar, para a Missa Solene na qual ocorrerá a Cerimônia de Ereção Canônica da Paróquia São José (Doca) e Posse de seu primeiro Pároco - Pe. Wiremberg José.
Pe. Berg, comumente como é conhecido por todos, há mais de 02 anos exerce na Arquidiocese de Belém a função de Diretor Espiritual dos Servidores do Altar. A Missa será presidida por Dom Alberto Taveira, nosso Arcebispo Metropolitano e ocorrerá:
- Dia: 30/01/2011 (Domingo)
- Horário: 19 horas
- Local: Comunidade São José - Rua Domingos Marreiros, nº 104 entre Av. Visconde de Souza Franco (Doca) e Av. Almirante Wandenkolk.
Contamos com a presença de todos os servidores do Altar nesse momento tão importante para a Igreja de Belém e para o nosso Diretor Espiritual Arquidiocesano!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Guarda Suíça Pontifícia Celebra seus 505 anos de fundação
No sábado passado (22 de janeiro), a Guarda Suíça Pontifícia completou seus 505 anos de fundação.
Figuras emblemáticas para todos que passam pelos portões do Vaticano, vendo-os impecáveis em seus uniformes coloridos, os guardas suíços tornaram-se um dos símbolos desse Estado.
Era 22 de janeiro de 1506 quando os primeiros 150 soldados suíços chegaram a Roma, chamados pelo Papa Julio II, por terem larga reputação de guerreiros destemidos. Nesse ano, foi fundada a Guarda Suíça.
Outra data que passou para a história desse Corpo Pontifício, sendo relembrada como heróica e trágica, foi 6 de maio de 1527, quando as tropas protestantes de Carlos V, imperador da Alemanha e rei de Aragão e Castela, invadiram e saquearam Roma. Os 12 mil homens do imperador levaram a luta às portas da residência papal, mas os 147 homens do Papa resistiram por horas e conseguiram levar Clemente VII e os cardeais ao Castelo Santo Ângelo, colocando-os a salvo. Fizeram isso escoltando-os através do “passetto di Borgo”, que são grandes muros, com uma passagem protegida entre eles, que ligam o Vaticano ao Castelo. Relembrando esse episódio, os novos guardas suíços prestam juramento de fidelidade ao Pontífice, todos os anos, em 6 de maio.
A Guarda Suíça é o menor e mais antigo exército do mundo e foi celebrado, no sábado, com uma missa, na Igreja de Santa Maria em Campo Santo, e com uma parada, na Praça São Pedro, ornada com bandeira, banda de música e alabardeiros.
- Liturgia da Palavra -
- Ofertório -
- Comunhão -
- Parada na Praça São Pedro -
- Cerimônia Solene após a Santa Missa -
- Em destaque de vermelho o Alabardeiro -
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Fotos: L'Osservatores Romano
Texto: Radio Vaticana
O Departamento das Celebrações do Sumo Pontífice - Parte I
Iniciamos hoje uma série de matérias em 6 capítulos, que irá ser postado duas vezes por semana, nas segundas-feiras e quartas-feiras durante três semanas, sobre os Mestres de Cerimônias do Sumo Pontífice; seu surgimento na hierarquia da Igreja e suas funções na Cúria Romana; os grandes Mestres de cerimônias; e o corpo de cerimoniários do Sumo Pontífice e a sua atual estrutura.
O Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice é o órgão responsável pela preparação das celebrações litúrgicas e outras celebrações sagradas conforme prescreve a Contituição Apostólica Pastor Bonus que fala sobre o Departamento das Celebrações Litúrgicas no seguinte artigo:
Art. 182.
§ 1. Compete a este Departamento preparar tudo quanto é necessário para as celebrações litúrgicas e outras sagradas celebrações, que são realizadas pelo Sumo Pontífice ou em seu nome, e dirigi-las segundo as vigentes prescrições do direito litúrgico.
§ 2. O Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias é nomeado pelo Sumo Pontífice por cinco anos; os cerimoniários pontifícios, que o coadjuvam nas sagradas celebrações, são igualmente nomeados pelo Secretário de Estado pelo mesmo período.
Segundo um artigo publicado por Dom Piero Marini intitulado “O Magistri Cæremoniarum”, a figura do Magister (ou Antistes ou Praefectus) Cæremoniarum Apostolicarum é atestada com segurança desde o ano 710, com o surgimento em Roma de um coordenador perito em matéria litúrgica, que tinha a responsabilidade de liderar e ensinar os vários ritos litúrgicos aos novos sacerdotes. Séculos mais tarde, a figura do Magistri Cæremoniarum cresceu em importância e fama, e os papas começaram a também regular do ponto de vista legal as suas respectivas atividades, pois antes não existia um Cæremoniarum próprio nomeado por direito e sim, uma pessoa que era chamada para exercer aquela função ad hoc, visto que antes do Concilio Vaticano II o Santo Padre presidia somente duas missas publicas ao ano. Já com a regulamentação desta função, o Cerimoniário do Papa passa a ser nomeado pelo próprio Pontífice (como veremos na próxima matéria), e surge então, a Prefeitura de Cerimônias.
Em 1967 teve inicio a reforma da Corte Papal ou Cúria Romana, e alguns anos depois com a reforma litúrgica (1970), feita pelo Papa Paulo VI que na ocasião revisou todo o regulamento da Prefeitura de Cerimônias, sendo aprovado um novo regulamento dando mais importância ao Gabinete de Cerimônias do Sumo Pontífice, que passa a ser chamada de: Oficio das Cerimônias Pontifícias, tendo como presidente o Mestre de Cerimônias do Sumo Pontífice e assistido pelos Cerimoniários Pontifícios.
O artigo “O Magistri Cæremoniarum”, publicado por Dom Piero Marine, fala do crescimento significativo das celebrações litúrgicas presididas pelo Papa e a importância do Mestre de Cerimônias que passa a ter um papel fundamental na reforma liturgia pós conciliar.
Após a reforma do Concílio Vaticano II, o Instituto de cerimônias do Papa passa a ter uma importância maior no campo da pastoral litúrgica, pois a celebração presidida pelo Papa cresceu de modo significativo em números de celebrações e houve inúmeras mudanças no rito, portanto as Cerimônias do Papa passaram a ser uma referência para a implementação da reforma litúrgica de acordo com as normas do Concílio.
Já em 1988, o Venerável João Paulo II, através da já citada Constituição Apostólica Pastor Bonus, fez uma grande reforma em todo o Oficio das Cerimônias Pontifícias, onde o então Gabinete tornou-se um Departamento Oficial da Cúria Romana, por direito próprio, tendo a sua autonomia, incluindo legislação e competências próprias, passando a se chamar como conhecemos hoje de: Departamento das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.
A atual estrutura hierárquica do Departamento das Celebrações Litúrgicas dos Sumo Pontífice, constitui-se na seguinte ordem:
- O Mestre das Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice
- Os Cerimoniários Pontifícios
- Os Oficiais do Escritório (Funcionários)
- Os Oficiais da Sacristia Apostólica
- Os Consultores
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Elaboração: Cassio Pessoa
Revisão: Mário Ribeiro
Fontes da pesquisa: Cattolici Romani; Site oficial da Santa Sé; Artigo de Dom Piero Marini “O Magistri Cæremoniarum” e Constituição Apostólica Pastor Bonus
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Apresentação dos dois cordeiros cuja lã servirá para confeccionar os Pálios Sagrados
A Igreja celebra nesta sexta-feira a memória litúrgica de Santa Inês. Como em todos os anos nessa data, realizou-se esta manhã o tradicional rito de apresentação ao Papa de dois cordeiros, abençoados precedentemente na Basílica situada na Rua Merulana, dedicada à virgem e mártir romana. A breve cerimônia realizou-se, como de costume, na Capela dedicada a Urbano VIII, na residência apostólica.
Os cordeiros foram lavados e preparados pelas irmãs da Sagrada Família de Nazaré. A lã extraída dos cordeiros servirá para confeccionar os pálios sagrados – as insígnias honoríficas que serão entregues pelo Pontífice aos novos arcebispos metropolitanos no dia 29 de junho próximo, solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo. Há quase 130 anos as referidas irmãs confeccionam os Pálios Sagrados.
O pálio é uma faixa de lã branca com seis cruzes pretas de seda aplicadas: é uma insígnia de honra e de jurisdição, símbolo do laço particular que une os arcebispos metropolitanos ao Sucessor de Pedro. Trata-se de uma tradição que tem suas raízes no martírio de Santa Inês, adolescente romana, martirizada durante a perseguição de Décio ou de Diocleciano, entre os Sécs. III e IV, por ter testemunhado Cristo num período em que muitos fiéis renegavam a fé para salvar a própria vida.
Inês, com apenas doze anos, não renegou Jesus e, por isso, teve a garganta cortada com uma espada – modo como se matavam os cordeiros. Por isso, na iconografia Santa Inês é sempre representada com um cordeiro, símbolo de Cristo crucificado para a salvação da humanidade.
Na liturgia de hoje somos recordados de que Deus escolhe "os pequenos e humildes para confundir os grandes", convidando-nos a rezar por intercessão de Santa Inês a fim de que possamos "imitar a sua heróica constância na fé".
Fonte: L'Osservatore Romano e Radio Vaticana
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