segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Santa Missa de Finados - Paróquia da SS. Trindade
A Santa Missa deu-se na Igreja Matriz da Paróquia da SS. Trindade e foi oficiada pelo Rev. Pe. Ronaldo Menezes, pároco da referida paróquia.
Santa Missa - Manhã
Santa Missa - Noite
domingo, 16 de outubro de 2011
Papa Bento XVI, anuncia Ano da Fé
Durante a homilia pronunciada durante a Missa do XIX Domingo "per annum", por ocasião do primeiro encontro internacional dos novos evangelizadores, promovido pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o Santo Padre Bento XVI anunciou 2012 como o Ano da Fé, com início em 11 de outubro, 50º aniversário da abertura do Segundo Concílio do Vaticano, e conclusão a 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo.
"Será um momento de graça e compromisso para uma plena conversão a Deus, para fortalecer a nossa fé n'Ele e a anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo. Queridos irmãos e irmãs, vocês estão entre os protagonistas da nova evangelização que a Igreja iniciou e leva avante, não sem dificuldade, mas com o mesmo entusiasmo dos primeiros cristãos" (Bento XVI).Fonte: Direto da Sacristia
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
MENSAGEM DO ARCEBISPO METROPOLITANO PARA O CÍRIO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ 2011
"Ninguém resiste ao Círio”
Aproxima-se uma das maiores festas religiosas do mundo católico, cujos benefícios alcançam toda a sociedade na Arquidiocese de Belém e em todo o Pará, lançando pontes para outras regiões que se beneficiam do Círio de Nazaré. Apraz-me apresentar o ensinamento da Igreja, na V Conferência Geral do Episcopado latino-americano e caribenho, para ajudar-nos a viver o Círio 2011, aplicando-o ao nosso ambiente de fé.
O precioso documento considera as manifestações de piedade popular como um dos lugares privilegiados para o encontro com Jesus Cristo. Nas peregrinações, romarias e procissões, o povo de Deus se reconhece em caminho. Nos inúmeros peregrinos que acorrem a Belém, celebra-se a alegria de se sentir imerso em meio a tantos irmãos, caminhando juntos para Deus que os espera. O próprio Cristo se fez peregrino e caminha ressuscitado entre os pobres.
A decisão de caminhar em direção ao santuário já é uma confissão de fé, o caminhar é um verdadeiro canto de esperança e a chegada é um encontro de amor. O olhar do peregrino para a imagem da Virgem de Nazaré simboliza a ternura e a proximidade de Deus e da Mãe de Deus. O amor se detém, contempla o silêncio, desfruta dele em silêncio. Também se comove, derramando todo o peso de sua dor e de seus sonhos. A súplica sincera, que flui confiadamente, é a melhor expressão de um coração que renunciou à auto-suficiência, reconhecendo que, sozinho, nada é possível. Um breve instante de pedido sintetiza uma viva experiência espiritual.
Peregrinos do Círio somos todos nós, chamados a viver a experiência de um mistério que nos supera, uma realidade que envolve a vida de Igreja e supera nossa família, nosso bairro e nosso trabalho. Na Basílica Santuário Arquidiocesano de Nazaré, esperamos tomar decisões que marquem nossas vidas. O Círio e a Basílica contêm muitas histórias de conversão, de perdão e de dons recebidos que milhões de pessoas poderiam contar.
A piedade popular penetra delicadamente a existência pessoal de cada fiel e ainda que se viva em uma multidão, envolve toda a nossa vida. Nos diferentes momentos da luta cotidiana, muitos de nós recorremos a algum sinal do amor de Deus: um crucifixo, uma medalha, um rosário, uma vela que se acende para acompanhar um filho em sua enfermidade, um Pai Nosso recitado entre lágrimas, uma Ave-Maria, uma promessa, uma corda que nos faz próximos uns dos outros para nos aproximar de Deus, um olhar carinhoso para a imagem querida de Maria, um sorriso dirigido ao Céu em meio a uma simples alegria.
Nossa piedade popular mariana é uma maneira legítima de viver a fé, um modo de se sentir parte da Igreja e uma forma de ser missionários, onde se recolhem as mais profundas vibrações de nosso coração, de nossa cultura e mais ainda de nossa fé. No ambiente de secularização em que vivem nossos povos, o Círio continua sendo uma poderosa confissão do Deus vivo que age na história e um canal de transmissão da fé. O caminhar juntos para o santuário e a participação em outras manifestações da piedade popular, levando também os filhos ou convidando a outras pessoas, é em si mesmo um gesto evangelizador pelo qual o povo cristão evangeliza a si mesmo e cumpre a vocação missionária da Igreja. (Cf. Documento de Aparecida 259-264)
Não haja uma casa sem os sinais da devoção mariana! Apresentem-se o Rosário, as imagens da Virgem de Nazaré, os cartazes do Círio com tantos rostos de gente nossa, e as recordações dos votos feitos a Deus. Enfeitem-se as ruas e as casas com profusão de flores e cores. Continuem a ressoar os "vivas", as buzinas e os fogos de artifício. Emocionem-se todos, sem acanhamento! A cada pessoa que acolhe esta mensagem, como pastor da Igreja de Belém, entrego a tarefa de "não resistir ao Círio" e envolver, a modo de missão, seus parentes, amigos e vizinhos para a grande festa da Igreja em nossa Arquidiocese. Feliz Círio para todos!
Dom Alberto Taveira Corrêa
ARCEBISPO METROPOLITANO DE BELÉM DO PARÁ
VOZ DE NAZARÉ
Edição de 30 DE SETEMBRO a 06 DE OUTUBRO DE 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
A Festa Litúrgica dos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael
Celebramos a festa dos três Arcanjos que a sagrada Escritura menciona pelo seu nome próprio: Miguel, Gabriel e Rafael. Mas, o que é um anjo? A sagrada Escritura e a tradição da Igreja fazem-nos descobrir dois aspectos.
Por um lado, o Anjo é uma criatura que está diante de Deus, orientada, com todo o seu ser para Deus. Os três nomes dos Arcanjos terminam com a palavra "El", que significa "Deus". Deus está inscrito nos seus nomes, na sua natureza. A sua verdadeira natureza é a existência em vista d'Ele e para Ele.Explica-se precisamente assim também o segundo aspecto que caracteriza os Anjos: eles são mensageiros de Deus. Trazem Deus aos homens, abrem o céu e assim abrem a terra. Exactamente porque estão junto de Deus, podem estar também muito próximos do homem. De facto, Deus é mais íntimo a cada um de nós de quanto o somos nós próprios
Como um anjo para os outros
Os Anjos falam ao homem do que constitui o seu verdadeiro ser, do que na sua vida com muita frequência está velado e sepultado. Eles chamam-no a reentrar em si mesmo, tocando-o da parte de Deus. Neste sentido também nós, seres humanos, deveríamos tornar-nos sempre de novo anjos uns para os outros anjos que nos afastam dos caminhos errados e nos orientam sempre de novo para Deus.
Se a Igreja antiga chama os Bispos "anjos" da sua Igreja, pretende dizer precisamente o seguinte: "os próprios Bispos devem ser homens de Deus, devem viver orientados para Deus. "Multum orat pro populo" "Reza muito pelo povo", diz o Breviário da Igreja a propósito dos santos Bispos. O Bispo deve ser um orante, alguém que intercede pelos homens junto de Deus. Quanto mais o fizer, tanto mais compreende também as pessoas que lhe estão confiadas e pode tornar-se para elas um anjo um mensageiro de Deus, que as ajuda a encontrar a sua verdadeira natureza, a si mesmas, e a viver a ideia que Deus tem delas.
São Miguel: dar lugar a Deus no mundo

São Miguel Arcanjo, pormenor de pintura na Galleria degli Uffizi (Florência)
Tudo isto se torna ainda mais claro se olharmos agora para as figuras dos três Arcanjos cuja festa a Igreja celebra hoje. Antes de tudo está Miguel. Encontramo-lo na Sagrada Escritura sobretudo no Livro de Daniel, na Carta do Apóstolo São Judas Tadeu e no Apocalipse. Deste Arcanjo tornam-se evidentes nestes textos duas funções. Ele defende a causa da unicidade de Deus contra a soberba do dragão, da "serpente antiga", como diz João. É a perene tentativa da serpente de fazer crer aos homens que Deus deve desaparecer, para que eles se possam tornar grandes; que Deus é um obstáculo para a nossa liberdade e que por isso devemos desfazer-nos dele.
Mas o dragão não acusa só Deus. O Apocalipse chama-o também "o acusador dos nossos irmãos, que os acusava de dia e de noite diante de Deus" (12, 10). Quem põe Deus de lado, não enobrece o homem, mas priva-o da sua dignidade. Então o homem torna-se um produto defeituoso da evolução. Quem acusa Deus, acusa também o homem. A fé em Deus defende o homem em todas as suas debilidades e insuficiências: o esplendor de Deus resplandece sobre cada indivíduo.
É tarefa do Bispo, como homem de Deus, fazer espaço para Deus no mundo contra as negações e defender assim a grandeza do homem. E o que se poderia dizer e pensar de maior sobre o homem a não ser que o próprio Deus se fez homem? A outra função de Miguel, segundo a Escritura, é a de protector do Povo de Deus (cf. Dn10, 21; 12, 1). Queridos amigos, sede verdadeiramente "anjos da guarda" das Igrejas que vos serão confiadas! Ajudai o povo de Deus, que deveis preceder na sua peregrinação, a encontrar a alegria na fé e a aprender o discernimento dos espíritos: a acolher o bem e a recusar o mal, a permanecer e tornar-se sempre mais, em virtude da esperança da fé, pessoas que amam em comunhão com Deus-Amor.
São Gabriel: Deus que chama

São Gabriel
Encontramos o Arcanjo Gabriel sobretudo na preciosa narração do anúncio a Maria da encarnação de Deus, como nos refere São Lucas (1, 26-38). Gabriel é o mensageiro da encarnação de Deus. Ele bate à porta de Maria e, através dela, o próprio Deus pede a Maria o seu "sim" para a proposta de se tornar a Mãe do Redentor: dar a sua carne humana ao Verbo eterno de Deus, ao Filho de Deus.
Repetidas vezes o Senhor bate às portas do coração humano. No Apocalipse diz ao "anjo" da Igreja de Laodiceia e, através dele, aos homens de todos os tempos: "Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele" (3, 20). O Senhor está à porta à porta do mundo e à porta de cada um dos corações. Ele bate para que o deixemos entrar: a encarnação de Deus, o seu fazer-se carne deve continuar até ao fim dos tempos.
Todos devem estar reunidos em Cristo num só corpo: dizem-nos isto os grandes hinos sobre Cristo na Carta aos Efésios e na Carta aos Colossenses. Cristo bate.
Também hoje Ele tem necessidade de pessoas que, por assim dizer, lhe põem à disposição a própria carne, que lhe doam a matéria do mundo e da sua vida, servindo assim para a unificação entre Deus e o mundo, para a reconciliação do universo.
Queridos amigos, compete-vos bater à porta dos corações dos homens, em nome de Cristo. Entrando vós mesmos em união com Cristo, podereis também assumir a função de Gabriel: levar a chamada de Cristo aos homens.
São Rafael: recobrar a vista

São Rafael e Tobias
São Rafael é-nos apresentado sobretudo no Livro de Tobias como o Anjo ao qual é confiada a tarefa de curar. Quando Jesus envia os seus discípulos em missão, com a tarefa do anúncio do Evangelho está sempre ligada a de curar. O bom Samaritano, acolhendo e curando a pessoa ferida que jaz à beira da estrada, torna-se silenciosamente uma testemunha do amor de Deus. Este homem ferido, com necessidade de curas, somos todos nós. Anunciar o Evangelho, já em si é curar, porque o homem precisa sobretudo da verdade e do amor.
Do Arcanjo Rafael são referidas no Livro de Tobias duas tarefas emblemáticas de cura. Ele cura a comunhão importunada entre homem e mulher. Cura o seu amor. Afasta os demónios que, sempre de novo, rasgam e destroem o seu amor. Purifica a atmosfera entre os dois e confere-lhes a capacidade de se receberem reciprocamente para sempre. Na narração de Tobias esta cura é referida com imagens legendárias.
No Novo Testamento, a ordem do matrimónio, estabelecido na criação e ameaçado de muitas formas pelo pecado, é curado pelo facto de que Cristo o acolhe no seu amor redentor. Ele faz do matrimónio um sacramento: o seu amor, que por nós subiu à cruz, é a força restauradora que, em todas as confusões, dá a capacidade da reconciliação, purifica a atmosfera e cura as feridas. Ao sacerdote é confiada a tarefa de guiar os homens sempre de novo ao encontro da força reconciliadora do amor de Cristo. Deve ser o "anjo" curador que os ajuda a ancorar o seu amor no sacramento e a vivê-lo com empenho sempre renovado a partir dele.
Em segundo lugar, o Livro de Tobias fala da cura dos olhos cegos. Todos sabemos quanto estamos hoje ameaçados pela cegueira para Deus. Como é grande o perigo de que, perante tudo o que sabemos sobre as coisas materiais e que somos capazes de fazer com elas, nos tornamos cegos para a luz de Deus.
Curar esta cegueira mediante a mensagem da fé e o testemunho do amor, é o serviço de Rafael confiado dia após dia ao sacerdote e de modo especial ao Bispo. Assim, somos espontaneamente levados a pensar também no sacramento da Reconciliação, no sacramento da Penitência que, no sentido mais profundo da palavra, é um sacramento de cura. A verdadeira ferida da alma, de facto, o motivo de todas as outras nossas feridas, é o pecado. E só se existe um perdão em virtude do poder de Deus, em virtude do poder do amor de Cristo, podemos ser curados, podemos ser remidos.
"Permanecei no meu amor", diz-nos hoje o Senhor no Evangelho (Jo 15, 9). No momento da Ordenação episcopal Ele di-lo de modo particular a vós, queridos amigos. Permanecei no seu amor! Permanecei naquela amizade com Ele cheia de amor que Ele neste momento vos doa de novo! Então a vossa vida dará fruto um fruto que permanece (Jo 15, 16).
Benedicto XVI, fragmentos de uma homilía pronunciada no 29 de setembro de 2007.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Nomeado novo Arcebispo de Florianópolis
O Papa Bento XVI nomeou hoje, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, como novo Arcebispo de Florianópolis. A Arquidiocese estava vacante desde 25 de março deste ano, quando Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, scj, foi transferido para ser o Titular da Arquidiocese de São Salvador na Bahia e Primaz do Brasil. Dom Wilson será o quinto Arcebispo de Florianópolis.
Nascido em Vidal Ramos, SC, no dia 10 de julho de 1951, fez sua Profissão Religiosa na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (Dehonianos) em 02 de fevereiro de 1972. Em 17 de dezembro de 1977 foi ordenado Presbítero.
Fez seus estudos secundários no Seminário Menor São José, em Rio Negrinho, SC, nos anos de 1963 e 1964 e depois na cidade de Corupá, SC. Cursou Filosofia no Convento "Sagrado Coração de Jesus" na cidade de Brusque, SC, nos anos de 1972 e 1973; e Teologia no Instituto Teológico "Sagrado Coração de Jesus" na cidade de Taubaté, SP, de 1974 a 1977. Formou-se em Educação na Faculdade de Filosofia, em Varginha, MG, nos anos de 1979 a 1981. Obteve licenciatura em Psicologia mediante estudos na Universidade Gregoriana em Roma, de 1986 a 1990.
Exerceu, entre outros, os seguintes cargos: Diretor do Seminário "São José", em Rio Negrinho; formador no Convento "Sagrado Coração de Jesus" de Brusque (1990-2000); vigário paroquial e pároco na cidade de Varginha, diocese da Campanha (1978-1981) e pároco do Santuário "Sagrado Coração de Jesus" de Joinville (2000-2001). Foi membro do Conselho Regional de Dehonianos para a "Região Brasileira Meridional", Professor de Filosofia no Seminário de Brusque e Assistente do mestre de noviços no noviciado Dehoniano "Nossa Senhora de Fátima", em Jaraguá do Sul.
Em 11 de junho de 2003 foi nomeado Bispo Titular de Gemellae in Byzacena e Auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Recebeu a Sagração Episcopal no dia 16 de agosto do mesmo ano.
No dia 26 de maio de 2010 foi nomeado quinto Bispo da diocese de Tubarão, SC, recebendo, em 18 de julho, das mãos do então Arcebispo de Florianópolis, Dom Murilo Krieger, o báculo como símbolo do serviço confiado ao pastor segundo o modelo de Jesus Cristo que conhece e guia seu povo.
Seu lema episcopal é: “Maximus amor pro amicis mori” - "Amar é dar a vida”.
O novo Arcebispo será empossado no dia 15 de novembro de 2011, no ginásio de esportes do Colégio Catarinense, Florianópolis, em cerimônia que terá início às 9h30.
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