terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Francis Hong Yong-ho o bispo de 105 anos


Excelência Reverendíssima Francis Hong Yong-ho
Bispo de Pyongyang

Nascido em Pyongyang em 12 de Outubro de 1906, Francis Hong Yong-ho foi ordenado para o sacerdócio em 25 de maio de 1933. Onze anos depois, foi nomeado Vigário Apostólico de Heijo e Bispo Titular de Auzia pelo papa Pio XII em 24 de março de 1944. Sua ordenação episcopal aconteceu em 29 de junho de 1944, o principal sagrante foi o bispo Bonifatius Sauer, OSB. Seu título mudou para vigário-apostólico de Pyongyang em 12 de julho de 1950. Quando a Diocese de Pyongyang foi estabelecida pelo Papa João XXIII em 10 de março de 1962, Francis Hong Yong-ho foi nomeado o primeiro bispo da nova diocese.

Por outro lado, o que era para ser uma história como de tantos outros prelados e circunscrições eclesiásticas, na realidade não teve um curso comum e muito menos feliz. No ano de 1948, instalou-se na Coréia do Norte um governo comunista que vigora até hoje, este regime iniciado por Kim II-Sung, perseguiu a Igreja como é comum nestes sistemas de governo. O bispo Francis Hong Yong-Ho foi perseguido e preso no ano de 1949 e dado como desaparecido desde então. O Anuário Pontifício o mantém como bispo desta diocese, como modo de apontar as perseguições que a igreja sofreu e ainda sofre naquele país. Desde modo, a Santa Sé ainda tendo este insigne prelado como vivo, demonstra que mesmo em meio a perseguições e perdas o evangelho continua e continuará a ser proclamado.

"Eu digo a vocês: se eles se calarem, as pedras gritarão" Lc 19, 39-40

domingo, 5 de fevereiro de 2012

V Domingo de Tempo Comum


Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s).

Oração do dia 

Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Sobre as oferendas 

Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimento da nossa fraqueza, concedei que se tornem para nós sacramento da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.


Antífona da comunhão: Demos graças ao Senhor pó sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome (Sl 106,8s).

Depois da comunhão 

Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Nomeação e Ereção de Paróquia


Dom Alberto Taveira Corrêa
Por graça de Deus e da Santa Sé Apostólica
Arcebispo Metropolitano de Belém


Sua Excelência Reverendíssima nomeou pároco da Paróquia São Vicente de Paulo (Paar) o Reverendo Padre Glebson Joan Nunes Rodrigues.
Dará posse ao nomeado no dia 05.02.2012 – às 07h

***

Sua Excelência Reverendíssima criará a Paróquia Nossa Senhora do Amparo (Cidade Nova VIII) e nomeia seu primeiro pároco o Reverendo Padre Adailson de Oliveira Silva.
A ereção da Paróquia e a posse do primeiro pároco acontecerá no dia 05.02.2012 – às 19h

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Quaresma em nossas Paróquias

Paróquia: Santíssima Trindade

Quarta-Feira de Cinzas

Presidente da Celebração: Padre Ronaldo Menezes, pároco.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Hinos - Pange Lingua


Pange Lingua Gloriosi Corporis mysterium é um hino escrito por São Tomás de Aquino (1225-1274) para a Festa de Corpus Christi. Também é cantado em Quinta-feira Santa , durante a procissão da igreja para o lugar onde o Santíssimo Sacramento é mantido até sexta-feira santa. As duas últimas estrofes, chamado separadamente Tantum Ergo , são cantadas na Bênção do Santíssimo Sacramento. O hino expressa a doutrina da transubstanciação, em que, segundo nossa fé, o pão e o vinho tornam-se Corpo e Sangue de Cristo.

Pange lingua gloriosi
Corporis mysterium,
Sanguinisque pretiosi,
Quem in mundi pretium
Fructus ventris generosi,
Rex effudit gentium.

Nobis datus, nobis natus
Ex intacta Virgine,
Et in mundo conversatus,
Sparso verbi semine,
Sui moras incolatus
Miro clausit ordine.

In supremaeæ nocte cenæ
Recumbens cum fratribus
Observata lege plene
Cibis in legalibus,
Cibum turbæ duodenæ
Se dat suis manibus.

Verbum caro, panem verum
Verbo carnem efficit:
Fitque sanguis Christi merum,
Et si sensus deficit,
Ad firmandum cor sincerum
Sola fides sufficit.

Tantum ergo Sacramentum
Veneremur cernui:
Et antiquum documentum
Novo cedat ritui:
Præstet fides supplementum
Sensuum defectui.

Genitori, Genitoque
Laus et iubilatio,
Salus, honor, virtus quoque
Sit et benedictio:
Procedenti ab utroque
Compar sit laudatio.
Amen.
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