(quarta-feira - feriado)
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Programação da Festividade de São Tarcísio 2012
CONSELHO ARQUIDIOCESANO DOS SERVIDORES DO ALTAR
VI FESTIVIDADE EM HONRA AO GLORIOSO SÃO TARCÍSIO – 2012
"São Tarcísio, mártir da Fé"
PROGRAMAÇÃO GERAL
ABERTURA DA FESTIVIDADE
Espiritualidade e Confraternização
Dia: 04 de agosto de 2012 (sábado)
Local: Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Santuário
Horário: 09h
SANTA MISSA
Regiões Episcopais
Região Santa Maria Goretti
Dia: 09 de agosto de 2012 (quinta-feira)
Local: Paróquia São Francisco de Assis - Capuchinhos
Horário: 18h
Região: São João Batista
Dia: 10 de agosto de 2012 (sexta-feira)
Local: Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Icoaraci)
Horário: 19h
Região São Vicente de Paulo
Dia: 11 de agosto de 2012 (sábado)
Local: Paróquia São Lucas Evangelista
Horário: 09h
Região Santa Cruz
Dia: 11 de agosto de 2012 (sábado)
Local: Paróquia São Geraldo Megela
Horário: 09h
Região Menino Deus
Dia: 11 de agosto de 2012 (sábado)
Local: Paróquia de Santa Bárbara
Horário: 09h
Região Sant’Ana
Dia: 10 de agosto de 2012 (sexta-feira)
Local: Paróquia da Santíssima Trindade
Horário: 18h 30min
DIA DO PADROEIRO
15 de agosto de 2012
(quarta-feira - feriado)
(quarta-feira - feriado)
PROCISSÃO DE SÃO TARCÍSIO
Local de Saída: Paróquia São Francisco de Assis – Capuchinhos
Horário: 07h 30min
MISSA SOLENE DE SÃO TARCÍSIO
Local: Basílica-Santuário de Nossa Senhora de Nazaré
Horário: 10h (após a Procissão)
A Santa Missa será presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Alberto Taveira – Arcebispo-Metropolitano de Belém.
Mensagem da Semana
“Como são formosos os pés dos que evangelizam, que anunciam boas novas”(cf. Rm 10, 15), em particular, a Boa Nova por excelência, o amor de Deus revelado em Jesus Cristo: a alegria de termos um Salvador e de sermos, por Ele, chamados a ser filhos de Deus e irmãos uns dos outros... Sede arautos desta boa notícia a todos. Anunciai-a em todos os ambientes, propondo-a à adesão dos corações dos homens, em pleno respeito à liberdade das consciências, e estareis contribuindo para transformar a humanidade de dentro para fora, fazendo-a nova com a perene novidade de Jesus Cristo, Redentor do Homem.
Beato João Paulo II, pronunciado em 8 de julho de 1980 na nossa cidade.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Hinos - Laudate pueri Dominum (Sl 112)
laudate nomen Domini
Sit nomen Domini benedictum
ex hoc nunc, et usque in saeculum
A solis ortu usque ad occasum
laudabile nomen Domini
Excelsus super omnes gentes Dominus
et super caelos gloria eius
Quis sicut Dominus Deus noster
qui in altis habitat
et humilia respicit in caelo et in terra?
Suscitans a terra inopem
et de stercore erigens pauperem
Ut collocet eum cum principibus
cum principibus populi sui
Qui habitare facit sterilem in domo
matrem filiorum laetantem
Gloria Patri, et Filio, et Spiritui Sancto
Sicut erat in principio et nunc et semper
et in saecula saeculorum
Amen
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Mensagem da Semana
A Lenda do Amor
Era uma vez o amor...
O amor morava numa casa assoalhada de estrelas
E toda enfeitada de sóis.
Mas não havia luz na casa do amor,
Porque a luz era o próprio Amor.
E uma vez o Amor queria uma casa mais linda para si.
Que estranha mania essa do amor!
E fez a terra,
E na terra fez a carne, e na carne soprou a vida,
E na vida imprimiu a imagem da sua semelhança.
E a chamou de homem.
E, dentro do peito do homem, o amor construiu sua casa,
Pequenina, mas palpitante,
Inquieta e insatisfeita como o próprio Amor.
E o Amor foi morar no coração do homem
E coube todinho lá dentro
Porque o coração do homem foi feito para o infinito.
Uma vez... Homem ficou com inveja do amor.
Queria para si a casa do Amor, só para si.
Queria para si a felicidade do Amor,
Como se o Amor pudesse viver só.
E o homem sentiu a fome torturante e comeu!...
O Amor foi-se embora do coração do homem.
O homem começou a encher seu coração:
Encheu-o com as riquezas da terra e ainda ficou vazio.
E o homem, triste, derramou suor para ganhar a comida.
Ele sempre tinha fome e continuava com o coração vazio.
E uma vez... resolveu repartir o seu coração inútil
Com as criaturas da terra.
O Amor soube... vestiu-se de carne
E veio também receber o coração do homem.
Mas o homem reconheceu o Amor e o pregou numa Cruz.
E continuou a derramar o suor para ganhar a comida.
O amor então teve uma idéia:
Vestiu-se de comida, disfarçou-se de pão e ficou quietinho.
Quando o homem faminto ingeriu a comida,
O Amor voltou a sua casa, no coração do homem.
E o coração do homem se encheu de plenitude.
* Cônego Ápio Paes Campos
*Foi sacerdote incardinado na Arquidiocese de Belém, Membro da Academia Paraense de Letras e Professor da Universidade Federal do Pará.
Era uma vez o amor...
O amor morava numa casa assoalhada de estrelas
E toda enfeitada de sóis.
Mas não havia luz na casa do amor,
Porque a luz era o próprio Amor.
E uma vez o Amor queria uma casa mais linda para si.
Que estranha mania essa do amor!
E fez a terra,
E na terra fez a carne, e na carne soprou a vida,
E na vida imprimiu a imagem da sua semelhança.
E a chamou de homem.
E, dentro do peito do homem, o amor construiu sua casa,
Pequenina, mas palpitante,
Inquieta e insatisfeita como o próprio Amor.
E o Amor foi morar no coração do homem
E coube todinho lá dentro
Porque o coração do homem foi feito para o infinito.
Uma vez... Homem ficou com inveja do amor.
Queria para si a casa do Amor, só para si.
Queria para si a felicidade do Amor,
Como se o Amor pudesse viver só.
E o homem sentiu a fome torturante e comeu!...
O Amor foi-se embora do coração do homem.
O homem começou a encher seu coração:
Encheu-o com as riquezas da terra e ainda ficou vazio.
E o homem, triste, derramou suor para ganhar a comida.
Ele sempre tinha fome e continuava com o coração vazio.
E uma vez... resolveu repartir o seu coração inútil
Com as criaturas da terra.
O Amor soube... vestiu-se de carne
E veio também receber o coração do homem.
Mas o homem reconheceu o Amor e o pregou numa Cruz.
E continuou a derramar o suor para ganhar a comida.
O amor então teve uma idéia:
Vestiu-se de comida, disfarçou-se de pão e ficou quietinho.
Quando o homem faminto ingeriu a comida,
O Amor voltou a sua casa, no coração do homem.
E o coração do homem se encheu de plenitude.
* Cônego Ápio Paes Campos
*Foi sacerdote incardinado na Arquidiocese de Belém, Membro da Academia Paraense de Letras e Professor da Universidade Federal do Pará.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Hinos - Nigra Sum
Ideo dilexit me rex
et introduxit me in cubiculum suum
et dixit mihi:
Surge, surge amica mea, surge et veni
Iam hiems transiit, imber abiit et recessit,
flores apparuerunt in terra nostra
Tempus putationis advenit
Assinar:
Postagens (Atom)

