quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

D. Gerhard Ludwig Muller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé


Nasceu em Finthen , um bairro de Mainz . Depois de se formar na Willigis Episcopal High School, em Mainz, estudou filosofia e teologia em Mainz, Munique e Freiburg . Em 1977, ele recebeu o Doutor em Divindade sob Karl Lehmann para sua tese sobre o teólogo protestante Dietrich Bonhoeffer .

Ele foi ordenado sacerdote para a diocese de Mainz em 11 de fevereiro de 1978, logo após seu aniversário de 30 anos, pelo Cardeal Hermann Volk . Depois de sua ordenação presbiteral, trabalhou como capelão em três paróquias.

Em 1986, o padre Müller recebeu uma chamada a tornar-se na cadeira em teologia dogmática na Universidade Ludwig Maximilian de Munique , onde ainda é professor honorário. 

O Papa João Paulo II em 01 de outubro de 2002 nomeou-o Bispo de Regensburg . Foi ordenado e consagrado como bispo em 24 de novembro de 2002, com o cardeal Friedrich Wetter servindo como sagrante principal. Entre as principais co-sagrantes o Cardeal Karl Lehmann, bispo Vinzenz Guggenberger , e Bispo Emérito de Regensburg Manfred Müller. Para o seu lema episcopal, Müller escolheu "Dominus Iesus" (Jesus é o Senhor, Romanos 10:9).

Em 20 de dezembro de 2007, o então bispo Müller foi reconduzido pelo Papa Bento XVI por mais cinco anos como membro da Congregação para a Doutrina da Fé. Em 17 de janeiro de 2009, ele também foi nomeado para servir como membro do Conselho Pontifício para a Cultura . Em 12 junho de 2012 o bispo Müller foi nomeado membro da Congregação para a Educação Católicapara um mandato renovável de cinco anos. No mesmo dia, ele também foi nomeado membro do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos .

Na Conferência Episcopal Alemã, Dom Müller foi Presidente da Comissão Ecumênica, Vice-Presidente da Comissão e membro da Fé Igreja Mundial da Comissão. Ele também foi vice-presidente da Associação de Igrejas Cristãs na Alemanha e primeiro presidente da Sociedade para a Promoção da Eastern Institute Igreja em Regensburg.

Como amigo pessoal do Papa Bento XVI, ele foi encarregado de preparar a publicação da "Opera Omnia":. Uma série de livros que irá recolher, em uma única edição, todos os escritos de Bento XVI o próprio Müller foi escrito mais de 400 obras sobre teologia dogmática, o ecumenismo, a revelação, a hermenêutica, o sacerdócio eo diaconato.

Müller também foi aluno de Gustavo Gutiérrez , o "pai" do latino-americano a teologia da libertação , com quem tem uma longa e estreita amizade.

Em 02 de julho de 2012 foi nomeado bispo Müller prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé pelo Papa Bento XVI. Ao mesmo tempo, foi nomeado Arcebispo ad personam .Como resultado de seu novo papel é também seu presidente ex officio da Pontifícia Comissão Bíblica , a Comissão Teológica Internacional , ea Comissão Pontifícia Ecclesia Dei . Em janeiro de 2014, foi anunciado que Müller será elevado ao cardinalato no próximo consistório em 22 de fevereiro de 2014.

Fonte: Wikipedia


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

D. Lorenzo Baldisseri, secretário geral do Sínodo dos Bispos



Dom Lorenzo foi ordenado padre no dia 29 de junho de 1963, em Pisa, pelas mãos de Dom Ugo Camozzo, arcebispo de Pisa.

No período de 1970 a 1973 faz sua formação jurídica e diplomática na Pontifícia Universidade Lateranense, na Universidade de Perugia e na Pontifícia Academia Eclesiástica. Iniciou sua atuação no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1973, na Guatemala, com o núncio Dom Emanuele Gerada. Trabalhou nas nunciaturas apostólicas da Guatemala, El Salvador e Japão.

No Brasil esteve no período de 1980 a 1982, com o núncio Dom Carmine Rocco, depois foi para o Paraguai, França, Zimbabue e Moçambique. Em janeiro de 1991 é encarregado de uma missão especial no Haiti. No dia 6 de janeiro de 1992 é nomeado Núncio Apostólico no Haiti.

O Papa João Paulo II o nomeou arcebispo titular de Diocletiana, no dia 15 de janeiro de 1992. Dom Lorenzo recebeu a ordenação episcopal no dia 7 de março de 1992, em Pisa, das mãos de Dom Angelo Cardeal Sodano, Secretário de Estado da Santa Sé, Dom Justin Francis Cardeal Rigali, secretário da Sagrada Congregação para os Bispos, e Dom Alessandro Plotti, Arcebispo de Pisa.

Dom Baldisseri foi núncio apostólico no Haiti (1992 – 1995), no Paraguai (1995 – 1999), na Índia e Nepal (1999 – 2002). Foi nomeado núncio no Brasil no dia 12 de novembro de 2002, sucedendo a Dom Alfio Rapisarda. Em dezembro de 2008 recebeu das mãos do governador Aécio Neves, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte a comenda da "Medalha da Inconfidência", condecoração mais elevada concedida pelo governo do Estado de Minas Gerais.

No dia 11 de janeiro de 2012 o Papa Bento XVI o nomeou para ser secretário da Congregação para os Bispos no Vaticano II .

Atuando como Secretário do Colégio dos Cardeais, secretariou o Conclave que elegeu o Papa Francisco, este por sua vez retomou a tradição de criar Cardeal o secretário dos trabalhos imediatamente após a aceitação da eleição.

Fonte: Wikipedia

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

D. Pietro Parolin, secretário de Estado


Nasceu em Schiavon, na província e na diocese de Vicenza (Itália), no dia 17 de janeiro de 1955. Sua fé em Jesus o absorveu desde a sua primeira infância no entorno da “civilização paroquial” na qual viveu imerso, a do Vêneto branco de coração magnânimo e trabalhador. Seu pai, católico “de missa diária”, ocupava-se de uma loja de ferramentas e depois começou a vender veículos agrícolas. Sua mãe foi professora de educação primária.

Quando Pietro tinha 10 anos, a família Parolin foi tocada pela dor: o pai foi atropelado por um automóvel na estrada entre Bassano e Vicenza e morre. A partir de então, os três filhos (Pietro, sua irmã e seu irmãozinho, que tinha oito meses quando ocorreu a desgraça) foram testemunhas dos pequenos gestos heróicos e cotidianos de sua mãe e professora, que se empenhava para que não lhes faltasse nada.

Pietro foi coroinha na paróquia. O então pároco, o padre Augusto Fornasa (que faleceu em Schiavon na década de 1980), acolheu e cultivou sua vocação ao sacerdócio em um ambiente marcado pela memória de grandes figuras de pastores “sociais”, como Giuseppe Arena ou Elia Dalla Costa, que se converteu no arcebispo de Florença entre 1931 e 1961.

Em 1969, aos 14 anos, Pietro entrou no seminário de Vicenza. Depois de terminar os estudos superiores, prosseguiu com o aprendizado da filosofia e da teologia. As inquietudes fecundas e aquelas mais corrosivas do pós-Concílio também agitavam a vida nos seminários. Pietro se manteve afastado das turbulências deste período. Apreciava a linha pastoral do bispo Arnoldo Onisto, sua capacidade de ouvir as pessoas, de meditar e de atender aos problemas dos operários.

No seminário, os superiores se deram conta de que Pietro era um estudante muito bom. Depois da sua ordenação sacerdotal (recebida em 1980 pelas mãos do bispo Onisto) e após dois anos como vigário na Paróquia da Santíssima Trindade de Schio, foi enviado para estudar direito canônico na Pontifícia Universidade Gregoriana, com a ideia de ser enviado depois ao tribunal diocesano e ao setor da pastoral familiar.

Mas, em Roma (Pietro morava no Colégio Teutônico da Via della Pace) alguém solicitou ao bispo para que colocasse esse jovem sacerdote, discreto e trabalhador, à disposição da Santa Sé. Ele, como sempre, aceitava ir para onde o mandassem. Com os sistemas de eleição “anônimos” que funcionaram durante um tempo nos palácios vaticanos, acabou quase por casualidade na órbita do serviço diplomático vaticano, sem nem sequer saber quem foi seu primeiro “talent scout”.

No verão de 1983, entrou na Pontifícia Academia Eclesiástica. Em 1968, obteve a licenciatura em direito canônico com uma tese sobre o Sínodo dos Bispos. Depois partiu para a que seria a sua primeira missão: três anos naNunciatura da Nigéria, aos quais se seguiriam outros três (de 1989 a 1992) na Nunciatura do México. Na Nigéria, envolveu-se nas atividades pastorais das comunidades locais e conheceu pessoalmente os problemas da relação entre cristãos e muçulmanos. No México, ao contrário, ofereceu sua contribuição para a fase final do longo trabalho que o núncio Girolamo Prigione havia posto em marcha, que, justamente em 1992, culminaria com o reconhecimento jurídico da Igreja Católica e com o estabelecimento de relações diplomáticas entre a Santa Sé e o país mexicano. Durante essas delicadas negociações diplomáticas havia se diluído o caráter laico e anticlerical que caracterizava o país desde a sua definição constitucional.

Em 31 de agosto de 2013, o Papa Francisco o nomeou para substituir o cardeal Tarcisio Bertone como Secretário de Estado do Vaticano.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Lista dos cardeais nomeados pelo Papa Francisco - Consistório em 22 de fevereiro

Após os Angelus da Festa do Batismo do Senhor, o Santo Padre o Papa Francisco tornou pública a nomeação de 19 novos membros para o Sacro Colégio, o Consistório público para a criação dos referidos cardeais será dia 22 de fevereiro, festa da Cátedra de Pedro. Abaixo os nomes: 

A lista dos cardeais nomeados hoje pelo Papa Francisco

Com menos 80 anos, portanto, eleitores num conclave:



Dom Pietro Parolin, italiano, Secretário de Estado


Dom Lorenzo Bardisseri, italiano, Secretário Geral do Sínodo dos Bispos


Dom Gerhard Ludwig Muller, alemão, arcebispo emérito de Regensburg, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé


Dom Beniamino Stella, italiano, Prefeito da Congregação para o Clero


Dom Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, Inglaterra


Dom Leopoldo Solorzano, arcebispo de Manágua, Nicarágua


Dom Gérald Lacroix, arcebispo de Québec, Canadá


Dom Jean–Pierre Kutwa, arcebispo de Abidjão, Costa do Marfim


Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, Brasil


Dom Gualtiero Bassetti, arcebispo de Perugia, Itália


Dom Mario Aurelio Poli, arcebispo de Buenos Aires, Argentina


Dom Andrew Yeom Soo Jung, arcebispo de Seul, Coreia


Dom Ricardo Andrello, arcebispo de Santiago do Chile


Dom Philippe Ouédraogo, arcebispo de Ouagadougou, Burkina Faso


Dom Orlando Quevedo, arcebispo de Cotabato, Filipinas


Dom Chibly Langlois, bispo de Les Cayes, Haiti

E os não-eleitores, por serviços prestados:


Dom Loris Capovilla, de 98 anos, Prelado emérito de Loreto, que foi secretário pessoal do Papa João XXIII

Dom Fernando Sebastian Aguillar, arcebispo emérito de Pamplona, Espanha


Dom Kelvin Felix, arcebispo emérito de Castries, Jamaica.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Josefinos de Murialdo


CONGREGAÇÃO DE SÃO JOSÉ - Josefinos de Murialdo

Foi fundada por São Leonardo Murialdo no dia 19 de março de 1873, em Turim na Itália. Chamam-se “Josefinos’, porque a Família de Nazaré, em especial São José, é o modelo onde a congregação foi buscar suas inspirações originais. Josefinos de Murialdo porque o fundador foi São Leonardo Murialdo.

Seu empenho apostólico se endereça preferencialmente à educação e promoção de crianças, adolescentes e jovens pobres, órfãos e abandonados, diremos hoje, em situação de risco pessoal e social, sendo para eles amigos, irmãos e pais.

Sua atuação se faz em obras sociais, paróquias, centros educativos, centros de formação profissional, casas-famílias (abrigos), oratórios, escolas. Voltam-se, sobretudo, para os bairros populares, periferias de centros urbanos, fazendo de suas obras e paróquias centros de irradiação e animação da promoção humana, social e cristã.

Atualmente a congregação está presente: Na Europa (Itália, Espanha, Albânia, Romênia); na Ásia (Índia); na África (Guiné Bissau, Serra Leoa, Gana); na América (Estados Unidos, México, Equador, Colômbia, Argentina, Chile e Brasil)

Josefinos no Brasil

No Brasil os Josefinos de Murialdo chegaram em 05 de janeiro de 1915, procedente da Itália, aportando na Estação de Quinta, Rio Grande, RS; depois Jaguarão, RS, mais tarde em Pelotas e por fim, em Ana Rech, Caxias do Sul.

Os sacerdotes Pe. Oreste Trombem e Pe. Giuseppe Longo foram os dois primeiros josefinos que apostaram em terras brasileiras em 1915. Em março do mesmo ano chegaram também o Pe. Umberto Pagliari e o Ir. Ermenegildo Guerrini.

Antes de ser tornar província, a Congregação no Brasil viveu diversas etapas:

Primeira: a presença dos Josefinos no Brasil foi institucionalizada inicialmente como Missão, de 1915 até 1935, com sede em Jaguarão; 

Segunda: de 1935 a 1937, vice-província do Brasil, com sede no Brasil, abrangendo também a Argentina;

Terceira: de 1938 a 1946, a província da América Latina, com sede em Buenos Aires.

A instituição da Província Brasileira do Imaculado Coração de Maria ocorreu no dia 26 de outubro de 1946, com sede em Caxias do Sul, RS.

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