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terça-feira, 18 de junho de 2013

Encontro Arquidiocesano dos Servidores do Altar - Lançamento da Festividade de São Tarcísio 2013


Encontro Arquidiocesano dos Servidores do Altar com o Arcebispo-Metropolitano

Lançamento da Festividade de São Tarcísio 2013

Data: 22/06/2013

Local: Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Santuário de Fatima

Horário: 09h

+ Venha com a camisa da Festividade de São Tarcísio de anos anteriores ou com a de seu grupo paroquial.


Dom Alberto Taveira espera por todos vocês!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Dom Alberto convoca todos os Servidores do Altar para o Encontro Arquidiocesano



Um grande abraço para todos os Servidores do Altar de nossa Arquidiocese. 

Eu tenho um encontro marcado com vocês, no próximo sábado a partir das nove horas dia dois de junho na Paróquia Santuário de Nossa Senhora de Fátima. 

Ninguém pode faltar, até lá! 

Obrigado.

Dom Alberto Taveira
Arcebispo Metropolitano de Belém

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Anuário Arquidiocesano 2012



Já foi lançado pela Cúria Metropolitana da Arquidiocese de Belém o Anuário Arquidiocesano deste ano de 2012, para os que não sabem, o Anuário é uma publicação em que podemos encontrar informações gerais acerca de nossa Arquidiocese. Tais informações abrangem os mais variados temas a começar por aspectos históricos, passando por informações das paróquias e os nomes dos membros do clero secular e regular Arquidiocesano. Podemos encontrar ainda informações acerca dos grupos e representantes de pastorais reconhecidos pela Cúria, como é o caso de nossa Coordenação Arquidiocesana. 

Enfim, este é um grande guia para quem quer conhecer mais de nossa Arquidiocese, há de se ressaltar o fato de a pouco mais de dez anos não termos tal publicação, sendo-o feito pela última vez no ano de 2001 sob o pastoreio de Dom Vicente Joaquim Zico, CM.

Local de Vendas: Cúria Metropolitana de Belém 


End: Av. José Malcher n˚ 915 - Ed. Paulo VI


Valor: R$ 10,00 (Dez Reais)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Memória de Santa Inês

Por ocasião da memória de Santa Inês, no último sábado dia 21, o Santo Padre abençoou duas ovelhas de cuja lã será tecido o Pálio a ser entregue aos novos metropolitas na Solenidade dos Santos apóstolos Pedro e Paulo no dia 29 de junho. O pálio será tecido por uma comunidade de religiosas beneditinas pertencentes ao Mosteiro de Santa Cecília em Trastevere.


domingo, 25 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal do Arcebispo de Belém


MENSAGEM DE NATAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO – 2011

Os meios de comunicação social divulgaram recentemente que “a origem do Universo está muito perto de ser desvendada”. Cientistas da Or­ganização Europeia para Pesquisas Nucleares (Cern) anunciaram a descoberta dos primeiros sinais da existência do bóson de Higgs, apelidado de “partícula de Deus”, por, teoricamente, conferir massa a todas as demais. Depois de tanto tempo, Deus será aposentado? E nós nos preparamos mais uma vez para o Natal! Continuamos a dizer que este é o ano de dois mil e onze, data marcada pelo nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Provavelmente, os cientistas que apelidaram as possíveis e legítimas pesquisas de partículas de Deus também vão se encontrar em torno de uma mesa para uma ceia de Natal, ainda que muitos se declarem ateus!
           
Outras notícias dão conta de possíveis planetas com condições de vida semelhantes às do planeta Terra. E se houver habitantes vivos e mesmo inteligentes ou racionais em outras partes do universo? O que sabemos por revelação de Deus, na história da salvação, com a magnífica expectativa, cultivada nos séculos pelo povo da antiga aliança, ficará comprometido? Deixará Jesus Cristo de ser o Salvador?
 
A fé cristã não se opõe ao trabalho científico e nem se abala diante de suas descobertas. Obviamente não chamará nenhuma delas de partículas de Deus ou de deuses eventuais extra-terrestres. Continuaremos sabendo, por revelação do próprio Deus, que ele é Deus todo-poderoso e que sua ação se encontra no mais ínfimo ou no mais alto de todas as forças da natureza! Mais ainda, tendo-nos criado por amor, enviou seu Filho unigênito, que veio entre nós, nascido de uma mulher. Veio entre os pobres e simples, assumiu nossa vida, morreu e ressuscitou – bendita fé que suscita esperança! – prometeu e enviou o Espírito Santo e um dia há de voltar em sua glória. O eterno veio habitar entre nós! A lição do presépio de Belém continuará atraindo e provocando a liberdade humana a se inclinar diante do mistério, que não quer se impor por provas científicas, mas se oferece amorosamente, para que a humanidade encontre seu sentido de vida. Ele continuará percorrrendo nossas estradas, simplesmente amor, do tamanho da eternidade!
 
Uma das orações que a Igreja põe em nossos lábios no Natal dá conta de que Deus criou admiravelmente o ser humano e mais admiravelmente restabeleceu a sua dignidade. A ele pedimos participar da divindade de seu Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade. Na mesma comemoração do Natal cristão, pedimos que, inundados pela nova luz do Verbo Encarnado, resplandeça em nossas obras o que pela fé brilha em nossos corações. A infinita condescendência de Deus não deu apenas um “chute inicial” na grande partida da criação, mas se encolve com aquilo que é nosso, até porque a ele pertencemos e para ele caminhamos! Seu amor se fez história, participou de todas as vicissitudes humanas, teve paciência para acompanhar um povo de cabeça dura (Cf. Ex 34, 9). Ele preparou com carinho a plenitude dos tempos, que desceu do céu, não numa nave envolvida em esplendores e raios, mas na simplicidade de uma família, tão humana quanto extraordinária!
 
O Natal é acontecimento que suscita e exige participação! Acorramos a Belém com a aparente ingenuidade dos pastores que cuidavam de rebanhos e com com a sadia inquietação dos sábios ou magos de chegaram de longe, pesquisando o movimento das estrelas! Estes eram “cientistas” daquele tempo e os rastros da ação de Deus não os deixaram indiferentes. Vamos a Belém com as muitas crises pessoais, ou levemos as crises políticas ou econômicas do tempo em que vivemos, tão necessitado da gratuidade da “Casa do Pão”. Deixemos que sua paz tão desarmada converta os corações violentos de nossas encruzilhadas. Sua presença aproxime os inimigos, abra sorrisos nos rostos raivosos, ensine a valorizar os que nos são diferentes ou contrários!
 
A nós cabe a tarefa de contribuir para que ninguém tenha medo de Jesus Cristo. Sejamos votos vivos de feliz Natal para todos, abrindo espaço para que Jesus Cristo entre em todas as casas e em todos os corações. Sabendo amar a todos, não teremos medo de qualquer situação humana, por mais desafiadora que seja. Este é o Natal Cristão, de Jesus Cristo acolhido, amado e seguido! Feliz, verdadeiro e Santo Natal do ano de dois mil e onze do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo!
 
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo Metropolitano de Belém

(Ilustração: Giotto di Bondone entre 1302 e 1306, Capela degli Scrovegni, Pádua-Itália)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

MENSAGEM DO ARCEBISPO METROPOLITANO PARA O CÍRIO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ 2011
"Ninguém resiste ao Círio”


Aproxima-se uma das maiores festas religiosas do mundo católico, cujos benefícios alcançam toda a sociedade na Arquidiocese de Belém e em todo o Pará, lançando pontes para outras regiões que se beneficiam do Círio de Nazaré. Apraz-me apresentar o ensinamento da Igreja, na V Conferência Geral do Episcopado latino-americano e caribenho, para ajudar-nos a viver o Círio 2011, aplicando-o ao nosso ambiente de fé.

O precioso documento considera as manifestações de piedade popular como um dos lugares privilegiados para o encontro com Jesus Cristo. Nas peregrinações, romarias e procissões, o povo de Deus se reconhece em caminho. Nos inúmeros peregrinos que acorrem a Belém, celebra-se a alegria de se sentir imerso em meio a tantos irmãos, caminhando juntos para Deus que os espera. O próprio Cristo se fez peregrino e caminha ressuscitado entre os pobres.

A decisão de caminhar em direção ao santuário já é uma confissão de fé, o caminhar é um verdadeiro canto de esperança e a chegada é um encontro de amor. O olhar do peregrino para a imagem da Virgem de Nazaré simboliza a ternura e a proximidade de Deus e da Mãe de Deus. O amor se detém, contempla o silêncio, desfruta dele em silêncio. Também se comove, derramando todo o peso de sua dor e de seus sonhos. A súplica sincera, que flui confiadamente, é a melhor expressão de um coração que renunciou à auto-suficiência, reconhecendo que, sozinho, nada é possível. Um breve instante de pedido sintetiza uma viva experiência espiritual.

Peregrinos do Círio somos todos nós, chamados a viver a experiência de um mistério que nos supera, uma realidade que envolve a vida de Igreja e supera nossa família, nosso bairro e nosso trabalho. Na Basílica Santuário Arquidiocesano de Nazaré, esperamos tomar decisões que marquem nossas vidas. O Círio e a Basílica contêm muitas histórias de conversão, de perdão e de dons recebidos que milhões de pessoas poderiam contar.

A piedade popular penetra delicadamente a existência pessoal de cada fiel e ainda que se viva em uma multidão, envolve toda a nossa vida. Nos diferentes momentos da luta cotidiana, muitos de nós recorremos a algum sinal do amor de Deus: um crucifixo, uma medalha, um rosário, uma vela que se acende para acompanhar um filho em sua enfermidade, um Pai Nosso recitado entre lágrimas, uma Ave-Maria, uma promessa, uma corda que nos faz próximos uns dos outros para nos aproximar de Deus, um olhar carinhoso para a imagem querida de Maria, um sorriso dirigido ao Céu em meio a uma simples alegria.

Nossa piedade popular mariana é uma maneira legítima de viver a fé, um modo de se sentir parte da Igreja e uma forma de ser missionários, onde se recolhem as mais profundas vibrações de nosso coração, de nossa cultura e mais ainda de nossa fé. No ambiente de secularização em que vivem nossos povos, o Círio continua sendo uma poderosa confissão do Deus vivo que age na história e um canal de transmissão da fé. O caminhar juntos para o santuário e a participação em outras manifestações da piedade popular, levando também os filhos ou convidando a outras pessoas, é em si mesmo um gesto evangelizador pelo qual o povo cristão evangeliza a si mesmo e cumpre a vocação missionária da Igreja. (Cf. Documento de Aparecida 259-264)

Não haja uma casa sem os sinais da devoção mariana! Apresentem-se o Rosário, as imagens da Virgem de Nazaré, os cartazes do Círio com tantos rostos de gente nossa, e as recordações dos votos feitos a Deus. Enfeitem-se as ruas e as casas com profusão de flores e cores. Continuem a ressoar os "vivas", as buzinas e os fogos de artifício. Emocionem-se todos, sem acanhamento! A cada pessoa que acolhe esta mensagem, como pastor da Igreja de Belém, entrego a tarefa de "não resistir ao Círio" e envolver, a modo de missão, seus parentes, amigos e vizinhos para a grande festa da Igreja em nossa Arquidiocese. Feliz Círio para todos!

Dom Alberto Taveira Corrêa
ARCEBISPO METROPOLITANO DE BELÉM DO PARÁ


VOZ DE NAZARÉ
Edição de 30 DE SETEMBRO a 06 DE OUTUBRO DE 2011

sábado, 10 de setembro de 2011

COMUNICADO

ARQUIDIOCESE DE BELÉM

A Arquidiocese Metropolitana de Belém, através de seu Arcebispo Dom Alberto Taveira Corrêa, vem a público comunicar que a chamada Igreja Carismática Católica não está em comunhão com a IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, e que a presença do senhor Emmanuel Milingo, nesta cidade, deve ser considerada, à luz do comunicado de imprensa da Santa Sé, como persistência na contumácia e no exercício ilegítimo de atos sem mandato pontifício e contra a unidade da Santa Igreja Católica. Salienta ainda de que todo e qualquer ato ou celebração organizadas pelo senhor Milingo são consideradas ilegítimas perante a Santa Sé.

+ Dom Alberto Taveira Corrêa 
Arcebispo Metropolitano de Belém

Fonte: Fundação Nazaré 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Solenidade de Santa Maria de Belém - Padroeira da Arquidiocese e da Cidade de Belém


A desconhecida Belém de Judá, pequena aldeia no tempo de Cristo, tornou-se famosa em todo o mundo por ter sido o berço do Salvador, iniciando-se ali uma nova era para a humanidade. Apesar de a Judéia ser um estado vassalo de Roma na época de Herodes, somente após a queda de Jerusalém, no ano 70, ela passou a fazer parte do Império Romano. O imperador Constantino, convertido ao cristianismo, mandou edificar no ano 330, sobre a gruta da Natividade, uma basílica, cujos belos mosaicos representando os antepassados de Jesus e os profetas que anunciaram o seu nascimento a celebrizaram como um dos principais monumentos artísticos da Cristandade.
Havia no templo uma imagem bizantina da Virgem Santíssima, que se tornou conhecida com o título de Santa Maria de Belém. Seu culto se espalhou pela Europa, chegando a Portugal através de religiosos e peregrinos que estiveram na Terra Santa.
No início do século XV, o infante D. Henrique, fundador da Escola de Sagres e grande incentivador das navegações portuguesas, mandou construir na praia do Restelo, em Lisboa, uma igreja dedicada àquela invocação. Dizia ele que, assim como a estrela de Belém guiou os Reis Magos até a manjedoura onde se achava o Menino Deus, assim também a Senhora de Belém ajudaria a encontrar novas terras e o caminho para as Índias.
Foi ali, na pequena ermida do Restelo, que Vasco da Gama, antes de seguir à procura das Índias em 1497, passou a noite em oração e assistiu à Santa Missa. O Gama conseguiu êxito completo em sua arriscada travessia marítima, chegando são e salvo à lendária Calicut, onde foi recebido pelo Samorim. Em agradecimento à proteção da Soberana dos Mares, el-rei D. Manuel transformou a humilde capela de Santa Maria de Belém no suntuoso mosteiro conhecido atualmente como “Os Jerônimos”, uma das obras-primas da arquitetura manuelina.
Desde então as grandes expedições marítimas eram precedidas de solene cerimônia religiosa na magnífica igreja da Protetora dos Navegantes. Pedro Álvares Cabral, antes de iniciar sua viagem de descobrimento, ali assistiu à Santa Missa e seguiu como rei em procissão até o cais, onde a frota, pronta para zarpar, salvou com entusiasmo seu soberano e seu comandante.
Trazida para o Brasil pelos primeiros povoadores, esta invocação da Mãe de Deus teve muitos devotos em todo o território nacional, principalmente em Itatiba (SP) e Belém do Pará, que lhe dedicaram suas paróquias.
No Natal de 1615 o capitão-mor Francisco Caldeira Castelo Branco partiu de São Luís do Maranhão com três navios e 150 homens, para ocupar o Amazonas. Em janeiro de 1616, desembarcou na foz daquele rio, na formosa baía do Guajará, onde ergueu o Forte do Presépio, fundando uma povoação que mais tarde recebeu o nome de Santa Maria de Belém do Grão-Pará.
Alguns anos depois, Castelo Branco entrou em conflito com a tropa e, devido à violência com que tratou seus oficiais, foi preso, demitido do cargo de capitão-mor e levado para Portugal. Os indígenas aproveitaram-se da desunião entre os conquistadores, cercaram a vila e nela penetraram matando velhos, mulheres e crianças. O historiador sacro Frei Agostinho de Santa Maria, em seu livro publicado em 1722, afirmava que o nome de Nossa Senhora de Belém teria sido dado à Padroeira da cidade “em memória dos Santos Inocentes que em Belém foram degolados por amor a Jesus, a quem Herodes também pretendia matar”.
Na capital paraense os festejos da Protetora se realizam a 1º de setembro, na Sé que durante muito tempo esteve sob o orago de Nossa Senhora da Graça. Somente em fins do século passado, devido a uma promessa feita pelo Bispo D. Macedo Costa, a Catedral foi entregue a Santa Maria de Belém numa cerimônia solene, perpetuada em artísticos painéis na abóbada do templo.
Na fachada daquela igreja, uma das mais belas do Brasil Colonial, inspirada na arquitetura oficial da corte de Lisboa na época de D. João V, pode-se admirar uma enorme efígie da Virgem Maria com o Menino Jesus já grandinho, sentado em seu colo e abraçando sua Mãe. Sobre o altar-mor, além de bonita imagem semelhante à da fachada, existe uma grande tela, executada por pintor português, representando o presépio de Belém, como recordação do nome dado ao forte, do qual se originou a pitoresca cidade das mangueiras.
Viajando à procura do rio-mar, o capitão Francisco Caldeira Castelo Branco, guiado pela estrela do Natal, chegou ao local predestinado a ser o berço da civilização luso-brasileira no extremo norte do Brasil, a cidade de Santa Maria de Belém do Grão-Pará, porta de entrada da fabulosa Amazônia.

ICONOGRAFIA:
Existem várias representações da Senhora de Belém. Em Lisboa, na capela dos Jerônimos, Ela aparece com José e o Menino Jesus de pé entre seus pais, usando roupas bordadas. O Divino Infante aparenta uma criança de mais de um ano, pois está de pé. Segundo alguns historiadores Ele teria esta idade quando aconteceu o episódio da "Matança dos Inocentes" e da "Fuga para o Egito".
As imagens de Nossa Senhora de Belém, existentes na fachada e no altar-mor da Sé paraense, representam Maria de pé com o Menino Deus já grandinho, sentado em seu colo e abraçando sua mãe. Já a colocada no mesmo altar mostra São José e Nossa Senhora reclinados sobre a manjedoura, onde repousa Jesus recém-nascido. Acreditamos que esta tela seja mais uma lembrança do Presépio, devido ao nome dado ao forte, do qual se originou a cidade.

* * *
Sua Excelência Reverendíssima Dom Alberto Taveira Corrêa - X Arcebispo Metropolitano, presidirá o Solene Pontifical de Santa Maria de Belém, hoje (01), às 19h na Catedral Metropolitana de Belém.

Fonte: Catedral Metropolitana de Belém

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ordenação Sacerdotal


No ultimo dia 6 de julho, quarta-feira, dez diáconos, sete diocesanos e três da comunidade Sementes do Verbo, foram ordenados presbíteros da Igreja de Belém. Na ocasião toda a Igreja de Belém também rendeu graças a Deus pelo 20º aniversário de ordenação episcopal de Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo Metropolitano de Belém.
O sacramento da Ordem é uma consagração total a Jesus Cristo, que capacita a guiar o povo de Deus rumo à salvação. Os padres, com seu sim a Deus, veem a ser essenciais para a Igreja por serem responsáveis por conduzir a humanidade conforme os desígnios do Pai, através do nome e da pessoa de Cristo. "Tu és sacerdote para sempre segundo a ordem do rei Melquisedec" (Hb 5, 6).









 Schola Cantorum de Belém

 Salmo Responsorial





 Homilia



 Ladainha de todos os Santos





Paramentação
 Unção das mãos





O Conselho Arquidiocesano dos Servidores do Altar eleva a Deus um hino de ação de graças pelos 10 novos Sacerdotes: 

Pe. Carlos Machado (Ir.João) - Comunidade Semente do Verbo
Pe. Glaucon Feitosa
Pe. Glebson Rodrigues
Pe. Isan Vieira
Pe. Jailton Barros (Ir.Tiago)  - Comunidade Semente do Verbo
Pe. Márcio Motta
Pe. Maurício Dias
Pe. Plínio Pacheco
Pe. Roberto Cavalli Jr.
Pe. Rogério de Oliveira (Ir.Pedro) - Comunidade Semente do Verbo

Fonte: Advaldo Lima (Catedral Metropolitana de Belém)
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