quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Especial: Ritos Orientais

A Liturgia dos maronitas traz o nome de S. Marão (+ cerca de 423). Tem muitos elementos da Igreja romana: é em língua siríaca antiga.

video

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Frei Raniero Cantalamessa fala sobre Tempo do Advento

Pe. Frei Raniero Cantalamessa e S.S Bento XVI



Maria é "a melhor companheira de viagem durante o Advento", afirma o pregador da Casa Pontifícia, frei Raniero Cantalamessa.

No último domingo, 27, a Igreja deu início a um novo Ano Litúrgico, com o início do Tempo do Advento. Segundo o frei capuchinho, a Palavra de Deus é sempre a mesma, mas, também, sempre nova, "porque cai em meio a situações novas e porque o Espírito Santo lança luz sobre essas novas implicações".

Na próxima sexta-feira, 2, Cantalamessa começa a série de meditações tradicionalmente feitas ao Papa e à Cúria Romana durante as sextas-feiras deste Tempo Litúrgico da Igreja.

Confira a entrevista do frei à Rádio Vaticano.

Rádio Vaticano – Nos ciclos anuais do Tempo Litúrgico, quais são as novidades a se colher e viver?

Frei Raniero Cantalamessa – A novidade vem do Espírito, porque, a cada ano, o Espírito dá vida nova às palavras que escutamos, e que escutamos em um contexto sempre novo. Portanto, como a Palavra de Deus é sempre aquela – e a cada vez, no entanto, é nova, porque cai em meio a situações novas e porque o Espírito Santo lança luz sobre essas novas implicações –, assim, neste momento, a Igreja está vivendo dois grandes temas: a evangelização, que será o tema do Sínodo do próximo ano, e, depois, o Ano da Fé convocado por Bento XVI. Portanto, já o Advento se presta a começar a dar um sentido concreto a esse Ano da Fé e, ao centro do Advento, há propriamente a fé de Maria, há a fé dos pastores, dos Magos. Não se pode começar, portanto, de melhor maneira o Ano da Fé do que vivendo exatamente a plenitude do Advento.


RV – Como predispor-se para viver plenamente o Tempo do Advento?

Frei Cantalamessa – A predisposição exterior é aquela de se dar um pouco mais de espaço de silêncio, de oração, de contemplação. Os tempos fortes servem-nos também para isto: para produzir uma ruptura com o ritmo habitual da vida. Não se pode certamente diminuir o compromisso, o trabalho, mas se pode diminuir o ruído da televisão e de outras coisas, de tal forma que se possa entrar em um clima de maior silêncio, de maior interioridade. No fundo, contudo, aquilo que decide é a abertura maior ou menor ao Espírito Santo, porque é o Espírito Santo a ser a presença viva de Cristo. O Advento tem sentido enquanto revivemos a expectativa, a vinda de Cristo: mas quem torna Cristo presente na Igreja, na história, é Ele, é o Espírito Santo. O Espírito Santo vem sobre Maria e o Espírito Santo, neste Tempo de Advento, deveria vir sobre todos os cristãos. E ele vem. O importante é que seja desejado, esperado, porque, como diz São Boaventura: "O Espírito Santo vai lá onde é esperado, desejado e amado".


RV – Uma expectativa que tem a duração de quatro semanas. Como se desenvolve o percurso litúrgico?

Frei Cantalamessa – Há, no interior do Advento, um caminho de aproximação que se intensifica. No início, por exemplo, na liturgia, escuta-se, sobretudo, Isaías – textos de Isaías que anunciam o Advento da salvação de longe. Depois, nas segunda e terceira semana, a figura central é João Batista, que é já o precursor e, portanto, nos aproximamos um pouco mais. O último domingo do Advento é dominado pela figura de Maria que é, eu diria, a melhor companheira de viagem durante o Advento, porque viveu este tempo como toda a mãe na iminência do parto: com uma interioridade, uma intensidade, uma ternura particulares. Portanto, Maria pode ajudar-nos certamente a andar ao encontro de Cristo, não de uma forma qualquer, sem amor, mas andar ao encontro de Cristo com o coração, mais ainda que com o tempo.


sábado, 19 de novembro de 2011

Solenidade de Cristo Rei do Universo


"O Cordeiro que foi imolado é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força e a honra. A ele, a glória e o império por todos os séculos dos séculos. O’ Deus, daí ao rei vossa equidade, e ao Filho do Rei a vossa justiça." (Antífona de Entrada)


No dia 11 de dezembro de 1925 o Papa Pio XI instituiu a solenidade de Cristo Rei do Universo para concluir o ano jubilar, fazendo-o através da encíclica Quas Prima. Seria esta solenidade uma insistente convocação a humanidade inteira de reconhecer a Jesus Cristo, como o Rei do Mundo e supremo mandatário da igreja. A ele devem se sujeitar os reis e os príncipes, os chefes de estado e os magistrados (Hino das Vésperas). Cristo deve reinar no espírito dos homens pela fé, na sua vontade pela obediência as leis de Deus e da Igreja, seu reino visível.

A solenidade de Cristo rei também é imagem da segunda vinda de Jesus, onde como rei dos reis virá julgar a todos nós, deste modo percebemos que ao término do ano litúrgico meditamos toda a história da salvação, desde o período anterior a encarnação (advento), a encarnação (Natal), a vida pública de Cristo (tempo comum), seu mistério pascal (tempo da páscoa), a instituição da igreja e a vida apostólica (pentecostes) e por fim como já foi dito, a segunda vinda (Cristo Rei).

Esta solenidade celebra Cristo como o Rei bondoso e singelo que como pastor guia a sua Igreja peregrina para o Reino Celestial e lhe outorga a comunhão com este Reino para que possa transformar o mundo no qual peregrina. Deste modo celebremos esta solenidade crentes que ele rei dos reis está verdadeiramente a nos guiar rumo ao seu reino, a pátria celeste.



Ato de consagração de todo gênero humano a Jesus Cristo Rei


Concede-se indulgência parcial ao fiel cristão que reze piedosamente este ato de consagração do gênero humano a Jesus Cristo Rei. A indulgência será plenária se este ato for rezado publicamente na solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei. 

Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós, humildemente prostrados na Vossa presença, o Vosso olhar. Nós somos e queremos ser Vossos. E a fim de podermos viver mais intimamente unidos a Vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao Vosso Sacratíssimo Coração. Muitos há que nunca Vos conheceram; muitos, desprezando Vossos mandamentos, Vos renegaram. Benigníssimo Jesus, ende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao Vosso Sagrado Coração. Senhor, sede Rei não somente dos fiéis que nunca de Vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos que Vos abandonaram; fazei que estes retornem quanto antes à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome. Sede Rei dos que vivem iludidos no erro ou separados de Vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que em breve haja um só rebanho e um só Pastor. Senhor, conservai incólume a Vossa Igreja e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que de um pólo a outro do mundo ressoe uma só voz: louvado seja o Coração divino que nos trouxe a salvação, honra e glória a Ele por todos os séculos. Amém.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Memória da Dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo

“Vós os fizestes príncipes sobre toda a terra; vosso nome será lembrado de geração em geração. E os povos vos louvarão por todos os séculos” Antífona de Entrada.

A basílica Vaticana de São Pedro, eregida por Constantino no século IV sobre o túmulo do apóstolo Pedro e consagrada pelo Papa Silvestre, foi demolida no século XVI, uma vez que estava ameaçada de ruína; no mesmo local foi logo reconstruída outra mais esplêndida que Urbano VIII reconsagrou a 18 de novembro de 1626.

Análoga sorte coube à basílica de São Paulo, consagrada pelo papa Siríaco no século IV. Em 1823 um incêndio devastou grande parte do edifício, cuja reconstrução exigiu cuidados de quatro pontífices. Pio IX reconsagrou a nova basílica a 10 de dezembro de 1854, cercado de um grupo de cardeais, bispos, clero e fiéis, reunidos em Roma para a solene proclamação do dogma da imaculada conceição da Mãe de Deus.

Já no século XII se celebrava, na basílica vaticana de São Pedro e na de São Paulo na via Ostiense o aniversários das respectivas dedicações. Esta comemoração estendeu-se posteriormente a todas as igrejas do rito romano. Assim como no aniversário da basílica de Santa Maria maior (5 de agosto) se celebra a maternidade da Santíssima Virgem Mãe de Deus, assim neste dia se veneram os dois príncipes dos apóstolos de Cristo, São Pedro e São Paulo.

Reconstituição da antiga basílica de São Pedro
Interior da antiga Basílica de São Pedro

Átrio da antiga basílica de São Pedro

Gravura do nova basílica já com as colunatas

Fachada da basílica de São Pedro atualmente

Interior da basílica  de São Pedro atualmente
Fachada da basílica de São Paulo

Interior da basílica de São Paulo

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O uso da mitra e do báculo



O uso da Mitra:

A mitra, que será uma só na mesma ação litúrgica, simples ou ornamentada de acordo com a celebração, é habitualmente usada pelo Bispo:

1. Quando está sentado;
2. Quando faz a homilia;
3. Quando faz as saudações;
4. As alocuções e os avisos, a não ser que logo a seguir tenha de tirar a mitra; quando abençoa solenemente o povo; quando executa gestos sacramentais; quando vai às procissões.

O Bispo não usa a mitra:

1. Nas preces introdutórias
2. Nas orações; na Oração Universal
3. Na Oração Eucarística
4. Durante a leitura do Evange­lho
5. Nos hinos, quando estes são cantados de pé
6. Nas procissões em que se leva o Santíssimo Sacramento ou as relíquias da Santa Cruz do Senhor; diante do Santíssimo Sacramento exposto.

O Bispo pode prescindir da mitra e do báculo quando se desloca dum lugar para outro, se o espaço entre os dois for pequeno. Quanto ao uso da mitra na administração dos sacramentos e dos sacramentais, observe-se, além disso, o que adiante vai indicado nos respectivos lugares. (Cerimonial dos bispos, 60)

"O Bispo, ao chegar junto do altar, entrega o báculo ao ministro, depõe a mitra, e faz inclinação profunda ao altar, ao mesmo tempo que os diáconos e os outros ministros que o acompanham. Depois, sobe ao altar e beija-o, juntamente com os diáconos." (Cerimonial dos bispos, 131)

O uso do Báculo:

O Bispo usa o báculo, como sinal do seu múnus pastoral. Aliás, qualquer. Bispo que celebre solenemente o pode usar, com o consentimento do Bispo do lugar. Quando estiverem vários Bispos presentes na mesma celebração, só o Bispo que preside usa o báculo.

Com a parte recurvada voltada para o povo, ou seja, para frente, o Bispo usa habitualmente o báculo na procissão, para ouvir a leitura do Evangelho e fazer a homilia, para receber os votos, as promessas ou a profissão de fé; e finalmente para abençoar as pessoas, salvo se tiver de fazer a imposição das mãos. (Cerimonial dos bispos, 59)

Fonte: Movimento Litúrgico

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Santa Missa de Finados - Paróquia da SS. Trindade

A Santa Missa deu-se na Igreja Matriz da Paróquia da SS. Trindade e foi oficiada pelo Rev. Pe. Ronaldo Menezes, pároco da referida paróquia.

 Santa Missa - Manhã





Santa Missa - Noite
















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...